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siga a estrada de tijolos amarelos: Alta Magia Magia Cerimonial Autodefesa Psíquica Distinção entre Ataque psíquico Objetivo e Distúrbio Psíquico Subjetivo

Distinção entre Ataque psíquico Objetivo e Distúrbio Psíquico Subjetivo


Autodefesa Psíquica

O psiquismo, ainda que genuíno, é uma causa freqüente de auto-ilusão. Um  sensitivo é invariavelmente muito sensível e sugestionável. Essa é a base de  seus dons. Não sendo o psiquismo um desenvolvimento normal, entre os  europeus pelo menos, o sensitivo é, na linguagem dos engenheiros navais,  “superimpulsionado por sua quilha”. Ele é por isso instável, propenso a  violentas reações emocionais, e em geral exibe aquelas aberrações de conduta  que estamos acostumados a associar aos gênios artísticos. A não ser que um  sensitivo seja treinado, disciplinado, protegido e dirigido por aqueles que lhe  compreendem a constituição, o seu psiquismo não é digno de confiança, pois o  sensitivo é arrastado para onde sopram os ventos. O sensitivo e o neurótico são  muito semelhantes em suas reações à vida, mas o neurótico difere do sensitivo  porque, ao invés de ser superimpulsionado por sua quilha, ele é  subimpulsionado pelas máquinas. O resultado, contudo, é o mesmo — uma  discrepância entre a força e a forma com a conseqüente inabilidade para manter  um controle central, ponderado e diretivo. A técnica da disciplina oculta visa  em grande parte a controlar as forças disparatadas, compensando a sensibilidade  do sensitivo e protegendo-o das impressões indesejadas. Não é bom saber como  se abre a porta do Invisível sem ao mesmo tempo aprender a fechá-la e trancá- la .

 Como se observou na Introdução, é relativamente raro que o Invisível venha em  busca de seres humanos. Como disse a Lagarta a Alice a propósito do Cãozinho,  “Deixe-o em paz, e ele a deixará em paz”. Mas se começamos a estudar o  ocultismo ou mesmo a trabalhar com ele, mais cedo ou mais tarde começaremos  a obter resultados, desde que, naturalmente, os sistemas que estamos utilizando  contenham os germes da eficácia .

 No caso de uma pessoa que está trilhando o Caminho pela primeira vez, o  progresso é necessariamente lento e trabalhoso, mas uma alma que recebeu a iniciação em encarnações anteriores pode reabrir as faculdades psíquicas com  tal rapidez que o problema de manter a coordenação harmónica da  personalidade se torna sério. Ë muito comum uma pessoa que está fazendo seu  primeiro contato com o movimento ocultista sofrer um distúrbio psíquico. Essa  perturbação é às vezes atribuídas às más influências, e às vezes às entidades  malignas. Nenhuma dessas inferências deve ser correta. Há uma terceira  possibilidade, que é responsável pelo maior número de vítimas — o fato de que  a consciência está sendo perturbada por uma força diferente. ~ muito comum  uma criança ficar febril e agitada nos primeiros dias das férias no mar. Ela não  está de fato doente. Mas o ar pesado e a comida diferente e a excitação de seu  novo ambiente perturbam o seu sensível equilíbrio físico. Ocorre o mesmo  quando o neófito sofre um distúrbio no início de sua carreira oculta. As  vibrações incomuns o agitam, e ele tem então um ataque de indigestão oculta.  Em ambos os casos, o tratamento é o mesmo — restrição temporária da dieta  que causou a perturbação .

 Uma outra causa do distúrbio psíquico é a recuperação parcial da memória das  encarnações passadas, se essas incluem episódios dolorosos, especialmente  aqueles que se relacionam com os estudos esotéricos. A entrada de conceitos  ocultistas na mente consciente tende a despertar a memória subconsciente de  experiências similares nas vidas passadas. A emoção que cerca uma lembrança  é invariavelmente recuperada antes da imagem real do acidente. (Esse é um dos  melhores testes para a exatidão das memórias das vidas passadas.) Essa emoção  prefiguradora pode permanecer por um longo tempo no limiar da consciência  antes que as imagens se esclareçam o bastante para se tornarem tangíveis. Se a  emoção que está vindo à tona é de natureza dolorosa, ela pode causar uma  considerável perturbação, e, na ausência de um orientador experiente, pode ser  atribuída a um ataque oculto, ou à percepção psíquica de influências malignas  no grupo oculto ao qual o neófito está filiado. Cumpre ter muita cautela na  análise das impressões psíquicas de um estudante inexperiente, que pode estar  tão cheio de receios como um puro-sangue de dois anos .

 Por outro lado, as reações instintivas de uma alma pura e sensível não devem  ser ignoradas. As Lojas Negras e as entidades malignas existem. Não devemos  permitir que o grito de “Lobo! Lobo!” nos torne indiferentes ou descuidados.  Seja como for, a vítima está sofrendo de um desconforto que pode ser  suavizado .

 É muito difícil determinar psiquicamente se o queixoso tem motivos razoáveis  para lamentar-se, pois sua própria imaginação terá preenchido a sua atmosfera  com formas mentais ameaçadoras. Não é coisa simples decidir se essas formas  mentais são subjetivas ou objetivas. O caminho mais sábio é acreditar que tal  prova é suscetível de um exame objetivo e examinar o registro do grupo particular ou do ocultista contra quem os ataques estão sendo dirigidos. Mas é  igualmente necessário examinar o registro da pessoa que está sofrendo os  ataques. Que essa pessoa está imbuída dos ideais mais sublimes não é prova de  que ela  tem uma boa cabeça, um julgamento claro e imparcial, ou uma boa  avaliação da natureza das evidências. Uma pessoa não precisa ser  necessariamente um mentiroso contumaz para fazer afirmações que estão muito  longe da verdade .

 Outro fator que se deve levar em conta são as extravagâncias do instinto sexual  numa pessoa em quem esse instinto é reprimido. Consideremos o caso de uma  mulher, talvez já madura, cujas circunstâncias lhe permitiram pela primeira vez  seguir suas próprias inclinações; um caso muito comum em donas-de-casa que  precisam esperar pela herança dos falecidos antes de iniciarem a jornada da  vida. Ela escolhe o ocultismo, pelo qual pode sempre ter tido uma inclinação, e  junta-se a algum círculo para estudar e para possivelmente obter iniciação ritual.  O dirigente desse círculo será provavelmente uma pessoa de forte  personalidade. A recém--chegada, inexperiente e faminta de amor, está  encantada. O ritual é uma coisa muito estimulante, como o clero anglo-católico  descobriu por sua própria conta. A mulher, que possivelmente ignora os fatos da  vida, sente-se estranhamente agitada. Ela está aterrorizada, sente que algo do  Reino de Pã está se aproximando. Seus instintos a farão descobrir a fonte de que  procede a influência perturbadora. Ela apontará um dedo infalível para o macho  magnético. E raramente levará em consideração as reações da mulher na  presença do homem .

 Se ela é uma mulher que ignora os fatos da vida, a acusação que ela faz tomará  normalmente a forma de uma acusação de influência hipnótica. Ela não  compreende que é a natureza que a está hipnotizando. Se ela é uma mulher que  conhece algo a respeito do mundo, a acusação pode ser de propostas amorosas  impróprias. No mais das vezes, basta apenas olhar para a mulher para descobrir  se há de fato qualquer fundamento nessa acusação. ~ raro uma jovem simpática,  que poderia com razão estar apreensiva, contar tais histórias. Parece que nunca  ocorre às queixosas a idéia de fugir ou de pôr o assunto nas mãos de um  promotor. Se, ao fim de uma longa história, cheia de insinuações tenebrosas e  sugestões execráveis, fazemos a pergunta “Mas o que ele fez, exatamente? “, a  resposta será, quase sempre, “Ele olhou-me de modo significativo” .

 Quando ouvimos uma dessas histórias, deveríamos dar mais atenção à postura  da pessoa que a está narrando do que aos fatos alegados. Isso fornecerá amiúde  a informação mais valiosa. É a coisa mais difícil do mundo conseguir que uma  vítima genuína fale. A mulher que está contando a história de sua própria  vergonha é normalmente uma mulher desprezada, e a fidedignidade de seu  testemunho no assunto está na razão inversa de sua loquacidade. Não esqueçamos que, como nas brigas, é necessário ter duas pessoas para que um  escândalo ocorra, e a pessoa que admite um erro e pede ajuda para voltar atrás  nos passos errados é muito mais digna de auxilio do que aquela que pretende ser  como os anjos do céu, onde não há casamentos ou noivados .

 Tão grande é a necessidade de cautela para avaliar os fatos numa acusação de  imoralidade que as cortes legais não aceitarão o testemunho da vítima, mesmo  sob juramento e sob interrogatório, a menos que ele seja corroborado por  testemunho adicional. O médico deve conhecer o mesmo tipo de mentalidade, e  uma forma comum de distúrbio mental recebe o nome, até mesmo nos manuais,  de Insanidade da Velha Criada .

 Eu poderia citar dezenas de casos que exemplificam as afirmações precedentes,  mas eles não têm suficiente interesse oculto para justificar a sua inclusão nestas  páginas .

 Se quem comanda o grupo é uma mulher, um ramo diferente de reações entra  em jogo, embora as mesmas causas estejam em ação. Não se compreende  geralmente que a fixação, ou a paixão de uma mulher por outra, é na verdade  um caso de amor substitutivo, como o prova o fato de que a jovem que tem  muitos admiradores, ou a mulher que é feliz no casamento nunca se entregam a  ela. Nesse caso, assim como na atração heterossexual normal, “o inferno não  conhece nenhuma fúria como a da mulher desprezada”; não é possível, por  razões óbvias, receber acusações de comportamento impróprio. (Embora em  uma acusação isso tenha sido alegado contra mim, tendo eu sido acusada de ser  um homem disfarçado e de tentar seduzir a queixosa, e houve quem acreditasse  nisso.) A acusação feita em tais casos toma normalmente uma de duas formas,  sendo o seu mecanismo ou “Você não me ama, portanto você é cruel. Eu fui  tratada cruelmente”; e os exemplos mais afetados se alinham de acordo com  essa acusação. Ou “Você não me asna, portanto eu o odeio. A atração que você  tem por mim é hipnótica” .

 Deve-se ter em mente, ao se avaliar essas acusações, que um ocultista treinado,  especialmente de um alto grau, tem uma personalidade extremamente  magnética, e isso pode perturbar aqueles que não estão acostumados com forças  psíquicas de alta tensão. Pois ao passo que uma pessoa que está madura para o  desenvolvimento desabrocha rapidamente uma consciência superior na  atmosfera de um iniciado de alto grau, a pessoa que não está pronta pode  descobrir que essas influências são profundamente perturbadoras. Um adepto  que permite que pessoas inadequadas penetrem o seu campo magnético é digno  de reprovação por sua falta de senso e discrição, mas ele não pode ser  justamente acusado de abusos de poderes ocultos. Ele emana força  involuntariamente e não pode ajudar a si próprio. Os maiores adeptos sempre vivem em reclusão, não só porque precisam de solidão para o seu trabalho, mas  também porque a sua influência sobre almas despreparadas produz uma reação  muito violenta, e isso termina na Cruz ou na taça de cicuta .

 Não devemos negligenciar o fato de que a pessoa que nos chega com uma longa  história de ataque oculto e pede auxilio, especialmente ajuda financeira, pode  estar simplesmente inventando uma lorota, e deveríamos utilizar a mesma  discriminação que empregamos ao ouvir as calamidades de uma outra, tentando  diferenciar entre o falso e o verdadeiro. Conheci um homem que permitiu que  um pretenso adepto que estava sofrendo de um pretenso ataque oculto se  refugiasse em seu estúdio, e ao retornar de uma breve ausência descobriu que o  pretenso adepto havia vendido a mobília para comprar bebida; e ele teve toda a  razão para acreditar que os únicos espíritos que estavam de alguma maneira  envolvidos nos problemas do falso adepto haviam penetrado o estúdio dentro de  garrafas .

 Ás vezes o ataque oculto provém simplesmente das fantasias de um demente, e  isso não invalida necessariamente o fato de que se pode encontrar uma segunda  pessoa que traz evidências corroborativas. Os alienistas conhecem uma curiosa  forma de insanidade chamada folie de deux, na qual duas pessoas intimamente  associadas partilham juntas das mesmas ilusões. Descobre-se comumente em  tais casos que uma é claramente insana, e que a outra é de um tipo histérico e  imbuiu-se das ilusões de sua companheira por meio da sugestão. Utilizo o  feminino porque essa forma de insanidade é rara nos homens. Ela ocorre com  freqüência com duas irmãs ou com duas mulheres que vivem juntas .

 Há outra armadilha que o ocultista experiente deveria observar em suas relações  com a pessoa que se queixa de um ataque oculto. A insanidade pode ser  periódica em suas manifestações, com ataques de mania aguda alternando com  períodos de completa sanidade. Esse caráter periódico deveria ser sempre  observado no caso das mulheres, nas quais qualquer instabilidade  temperamental é grandemente exagerada durante as épocas das regras, na  mudança de vida, durante a gravidez e, de fato, em qualquer período em que a  vida sexual é estimulada à atividade, seja emocionalmente  ou fisicamente.  Deve-se também ter em mente que nos casos patológicos a periodicidade das  funções femininas pode ser grandemente perturbada .

 Eu tive certa vez uma boa lição a esse respeito, que exemplifica a necessidade  de cautela. Na apresentação de um de nossos membros, nós tínhamos recebido  em uma de nossas casas comunitárias uma mulher cujo marido, um homem  bastante conhecido na vida pública, se recusava a viver com ela, como fui  informada, e fizera diversas tentativas para livrar-se dela, ameaçando interditá- la por insânia se ela de alguma maneira lhe resistisse. Esses fatos foram testemunhados por um círculo de amigos que conheciam tanto o homem como a  mulher. Eu mantive essa mulher sob observação durante um mês, para verificar  se havia algo que justificasse a acusação de insanidade e, nada constatando,  assumir o caso. Na sétima semana, contudo, a perturbação se manifestou. Ela  entrou num grande estado de excitação, declarou que estava morrendo de fome  e sendo maltratada pela pessoa que, em minha ausência, era responsável pela  casa. Sete semanas mais tarde tivemos outro ataque, durante o qual ela disse que  as más influências provinham de um certo armário em seu quarto, vagueou pela  casa em trajes extremamente inadequados e perdeu todo o autocontrole. Esse  ataque teve também curta duração. Descobrimos, por fim, que ela sofria de uma  apendicite crônica que envolvia o ovário direito e que, quando a sua  menstruação extremamente irregular ocorria, ela perdia a cabeça por alguns  dias. O caso era ainda agravado pelo fato de que durante os intervalos ela era  em todos os aspectos perfeitamente sã. Após ter deixado a nossa casa  comunitária, ela contou sobre nós exatamente as mesmas histórias que havia  contado anteriormente sobre o marido. O lunático incurável é um problema  muito menos sério para a sociedade do que esses casos limítrofes. É preciso  tratá-los com extrema cautela, pois eles podem causar uma imensa confusão .

 Quando uma insanidade atingiu um estágio avançado, todo aquele que teve  alguma experiência com os lunáticos tem pouca dificuldade para reconhecê-la.  Cada tipo de insanidade tem a sua expressão facial característica e mesmo seu  modo de andar. Mas não é tão simples, mesmo para o especialista, reconhecer  uma insanidade em seus estágios iniciais. Os lunáticos são extremamente  convincentes, e se assimilaram um pouco do jargão ocultista e do espiritualista,  podem apresentar adequadamente as suas razões. Mesmo o alienista experiente  tem amiúde de manter um caso sob observação para certificar-se de que se trata  ou não de uma insanidade real .

 Num campo cm que os especialistas estão freqüentemente em dúvida, o que  deve fazer o leigo diante de um caso que desperta as suas suspeitas? Ele não  pode reconhecer uma insanidade quando a vê, mas seu próprio senso comum  poderia guiá-lo. Em outras palavras, que ele suspenda o julgamento sobre os  fatos alegados e se concentre na questão dos motivos. É aqui que ele encontrará  a sua melhor indicação. Se uma pessoa não pode oferecer nenhuma explicação  válida para as razões de um ataque que a está atingindo, nem para a sua causa  ou origem, podemos estar quase certos de que esse ataque tem origem em sua  própria imaginação .

 Num caso que me veio às mãos em busca de auxilio, a vítima do ataque, um  homem, declarou que estava sendo perseguido por sugestão telepática. Indaguei  sobre a origem de sua perseguição, e ele disse que algumas pessoas que viviam  no apartamento vizinho costumavam sentar-se num círculo e concentrar-se sobre ele. Perguntei-lhe por que elas agiam daquela maneira, e ele não pôde  dizer-me. Ele simplesmente reiterou que elas o faziam, embora admitisse que  nunca estivera no apartamento delas, nem, de fato, jamais lhes falara exceto  para trocar um bom-dia nas escadas. Era evidente que não havia nenhum motivo  razoável para essas pessoas se darem ao trabalho de persegui-lo. Se alguém já  fez experiências com sugestão telepática conhecerá a intensa concentração que  ela requer e o duro trabalho que é executá-la, e não se pode imaginar alguém  dando-se ao trabalho de fazê-la por longos períodos de tempo sem um motivo  bem definido. Ouvi falar, contudo, de um caso bem autenticado de uma mulher  que teve uma ligação com um homem casado que atacava a esposa dessa  maneira. Eu mesma conheci dois casos em que um certo indivíduo, que tinha  bastante influência nos círculos transcendentais, que os jornais chamavam  impolidamente de sua “Loja de Louvor”, e que era igualmente conhecido no  centro financeiro de Londres por seus esforços para obter ouro da água do mar,  utilizava sugestão telepática para induzir a assinatura de cheques e documentos.  Em face de alguém que esperava por uma entrevista, esse homem sentava-se e  concentrava-se sobre seu interlocutor. Tão forte era a influência assim exercida  que um homem de minhas relações renunciou a um posto importante por causa  da influência mental indevida que sentia sobre si, e outro renunciou ao conselho  de uma de suas companhias pela mesma razão .

 Em ambos os casos não é difícil procurar um motivo adequado para o ataque  mental. Comparem esses dois casos com o exemplo anterior, e a diferença pode  ser facilmente percebida. Deveríamos, contudo, ser tão cautelosos em decidir se  não há nada errado quanto em aceitar por seu valor aparente as afirmações que  nos possam ser feitas. Além  disso, deveríamos ter sempre em mente, quando  tratarmos com uma pessoa que está obviamente perturbada e que alega um  ataque psíquico, que o desequilíbrio mental pode ter sido induzido pelo ataque  psíquico. A vida é, na melhor das hipoteses, uma coisa estranha, e muitas coisas  que são mais estranhas do que o normal podem acontecer àqueles que se  movem nos círculos ocultos .


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