A religião que não gosta de cachorrinhos — Morte Súbita inc.
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A religião que não gosta de cachorrinhos


O melhor amigo do homem desde 1996

Este folheto ao lado com o pequeno filhotinho de cachorro sentado sobre um chapéu de polícia foi distribuído na Escócia para divulgar o novo número de telefone da força policial. Rotina se não fosse por ter causado mais estrago do que qualquer defensor do diálogo entre as religiões poderia esperar. Segundo o Mail Online Os muçulmanos da cidade de Tayside não viu com bons olhos o esforço de propaganda pública.

O novo número da delegacia recebeu uma enxurrada de críticas e reclamações da comunidade islâmica local porque aparentemente cães e especialmente cães pretos são considerados impuros e despertaram a ira dos muçulmanos que se recusaram a deixar o folheto ser distribuído em seus estabelecimentos.

Outro caso digno de nota é a ação judicial que o Representante dos Direitos Humanos da Austrália, o Sr.Graeme Innes que segundo o Daily Telegraph  abriu contra diversos motoristas de táxis. O motivo? Ele é cego e precisa de um cão-guia para se locomover no dia a dia. No entanto ele e seu labrador foram diversas vezes rejeitados, humilhados e proibidos de entrar nos táxis dirigido por muçulmanos.

Não os entenda mal, não são fanáticos, são bons muçulmanos. A tradição islâmica conta que os anjos não entram nas casas onde hajam estátuas ou cachorros. Segundo se conta, o Anjo Gabriel se recusou a acompanhar o Profeta Maomé numa visita por causa destes elementos e desde então cães se tornaram animalia non gratta entre os muçulmanos.

Mas entre nós, quem precisa de anjos quando se têm um cachorrinho?


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