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Jornalistas indianos são presos por criticar o islamismo


Intolerantes com os intolerantes desde 1996

Ravindra Kumar e Anand Sinha, respectivamente proprietário e editor chefe do diário indiano Statesman foram recentemente presos em Calcutá após publicarem um artigo com uma visão crítica do islamismo atual intitulado `Porque devemos respeitar religiões opressoras?'

Informe da BBC revela que neste artigo de Johann Hari do "The Independent" questiona: ''Eu não respeito a idéia de que devemos seguir um profeta que aos 53 anos teve relações sexuais com uma menina de nove e que ordenou a matança de vilas inteiras de judeus que se recusaram a segui-lo.''

Johann sustenta que direitos básicos e liberdade civil tem sido sistematicamente negados ao redor do mundo para mulheres, homossexuais e minorias religiosas graças à coalização muçulmana conservadora. O artigo aponta ainda para a omissão e cumplicidade da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas que prefere respeitar o direito religioso de alguns em detrimento de uma vastidão de direitos básicos de outros.

Editor e o proprietário foram presos graças a uma movimentação política organizada pelo Jamiat'i'Ulema i Hind, um grupo de teólogos indianos que lideram o islamismo na índia que apelaram para a seção 295 do código penal indiano acusando os jornalistas de ''deliberados atos maliciosos que ultrajam os sentimentos religiosos.''

Ravindra Jumar e Anand Sinha pagaram fiança e poderão aguardar o julgamento em liberdade.


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