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Mudar de religião é crime hediondo no Irã


Destrancando as portas fechadas desde 1996


Pessoas que por qualquer motivo abandonarem suas crenças islamicas ou se converterem a outra religião correm o risco de serem executadas no Irã. Este é o caso de Ramtim Soudmand, atualmente preso por apostasia. Não seria o primeiro caso na família, 20 anos atrás o pai de Ramtim, Hossein Soudmand, pastor protestante foi executado por suas crençaas cristãs.

Casado e com dois filhos Ramtim foi preso em setembro de 2008 em sua cidade nataol Mashad. "As autoridades ainda não formalizaram as acusações, mas terão que fazer isso antes da execução da sentença, como fizeram com meu pai." disse a irmã de Ramtim, Rashin Soudmand em entrevista para a Adnkronos International (AKI). http://www.adnkronos.com/AKI/English/Security/?id=1.0.2506722237

Desde a revolução islamica em 1979 o governo iraniano está empenhado em sustentar uma teocracia autoritária, valendo-se para isso de uma perseguição sistemática as demais religiões em seu território nacional, quando necessário executado líderanças e figuras carismáticas.  A chamada "Operações Portas Fechadas" é especialmente dedicada a barrar a entrada da minoria baha'i ao serviço público e as universidades. Em trinta anos, mais de 300 pessoas foram executadas por motivos religioso no país


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