Ir para o conteúdo. |

  • A Empresa
  • Apoie
  • Contato
  • Seções:
siga a estrada de tijolos amarelos: Magia do Caos Livros Caóticos Livro do Prazer A complexidade da crença (Conheces a ti mesmo)

A complexidade da crença (Conheces a ti mesmo)


O Livro do Prazer: A Psicologia do Êxtase

A Natureza da crença iguala todas a possibilidades fundamentalmente verdadeiras através da identificação pela cultura a uma idéia de tempo, então o que não é temporal não é verdadeiro, e o que não é verdadeiro, prognóstico. Pensar em uma coisa, implica ~( na possibilidade de uma outra idéia contraditória mas não dissociada, crença é tornar "uma" mais convincente. A condição da crença é a negação ou limite imposto na capacidade da vitalidade. Acreditar deste modo é uma concentração e um aprendizado para excluir o implicado através da adoção de uma hipótese ou fé que reflita sem preocupações ou enganosamente racionalize o rejeitado. Verdade não é a verdade da formula.

O centro da crença é o amor por si mesmo, projetando o ambiente mas permitindo a sua distorção para simular a negação, uma ambição para se tornar ulterior ao auto desejo, mas você não pode ir mais longe que o centro, assim multiplica-se ( acredita-se ) de modo a tornar-se não ciente do fundamental. Agora esta recusa em acreditar no que se acredita e exatamente como se acredita, é a primeira condição a todos aqueles que estão desejosos em qualquer sentido seja ele qual for; o homem que está. apaixonado à força torna-se um mentiroso, auto-hipnotizado pela sua mórbida ornamentação. Você conhece os resultados .... Você somente pode "verdadeiramente acreditar" em uma coisa, embora a sua complexidade seja essencial (assim como a verdade parece matar*), desde modo o imaginado prossegue para sempre. A imaginação aprende que a idéia é a sua compulsão. Para explicar o "porquê" da crença ( ou de qualquer outra coisa), precisamos transcender seu cisma. Através da completa consciência em como o eu ama estão os meios. Como imitamos esta lei de dualidade em todos os nossos processos de crença, isto não é tão fácil como parece. Quem transgrediu a lei da concepção? Quem não tem medo? Embora através deste pecado , esteja o científico do que determina o Cético. Graciosamente compelindo ou esperando desapontamento na hora do desejo é o método de localizar o seu engano, uma consciência que sozinha dá a chance de investigação. Além disto está algo arbitrário, o que interrompe, o que ordena a lei, a imitá-la através da "razão" não passa de amaldiçoar as conseqüências. Razão é crença, crença é medo de sua capacidade, a fé de que você não é todas as maravilhas da criação, abandonar a possibilidade de ser o criador. E atraso.... O poço da crença recebe todas as terríveis aversões da vitalidade. Crença não é liberdade. Crença cria a sua experiência necessária, o progresso germina em retrocesso. Considere a realidade em qualquer lugar - e a sua crença poderá ser muito pequena para a sua habitação. Oh, vós que tens muita fé em Deus, mergulhe nisto através da adoração do eu! Ah! tolo homem, adore o glorioso em liberdade. Quando a morte se aproxima, a fé em Deus e o desejo das mulheres não te salvarão, para que servem eles quando o embranquecimento e decadência se instala e o corpo torna-se um objeto de repulsa? E qual a serventia do conhecimento e caridade quando a realidade é conhecida? Desembainhe a espada do eu; idéias do Todo Poderoso deveriam ser constantemente mortas e a probidade deveria ser indagada.

Quem quer que seja que estude sua natureza um pouco, deve ele o "eu" investigar com extraordinária conduta. Ele pode compelir qualquer coisa sem ofender. Assim como a tendência dos mais cheios de desejos cessa diante da publicidade e morte, assim o faz a moral diante do perfeito prazer. Um lampejo da verdade nasce da pureza no amor ~ quando o desejo é sem medo, quando ele não deseja possessão. Quando o pensamento é preenchido pela visão. O foco que é todo prazer perde-se na vontade dele, ele é atração, o centro de atenção das mulheres. Quando o princípio da crença é isento de fé, estéril em possuir idéias de Deus - ele é indestrutível. Somente quando não há medo de qualquer forma há a realização da identidade com a realidade (liberdade). Para elas não há perigo na negligência ,não havendo discriminação. Para ele que é cônscio da diferença mais sútil há medo. Enquanto houver percepção de auto-recriminação ou consciência, haverá dor germinando: não há liberdade. Ele que acredita em tudo que percebe ou imagina, incorre em pecado. Acreditando sem sentir perturbação, esquecendo as idéias de externo e interno, ele considera tudo como ‘eu’, e é a consciência da não resistência, não tem horizontes: ele é livre. Vendo os olhos brilhantes, bocas que se parecem botões de rosas, seios e traseiros de bonitas mulheres, você se torna amorosamente atraído, mas se você tiver medo, lembre-se constantemente de que elas são simplesmente os seus bem cuidados ‘carne e osso’ após a tortura. O espaço entre o eterno e o "eu", não é uma doutrina moral? Não acreditando em tudo acredita-se e, assiduamente sem ansiedade não acreditando ( pelo processo do " Nem uma Coisa Nem Outra"), o princípio torna-se simples e cósmico o suficiente para incluir o que você está sempre desejando, e você está livre para acreditar no que era impossível. O desejo é tão poderoso ele não pede permissão, e não sofre conseqüências, mas o êxtase de sua possessão. Contra ele nada pode agir; ele queima, como celulóide jogado em uma fornalha - a velha loucura de prometer coisas em favor de uma "outro" imaginado. A mão está a liberdade do Paraíso, o Caminho, a Verdade, e a Luz, e nenhum ouse dizer isto por si mesmo mas através de mim, na Verdade eu sozinho sou "Eu", minha vontade incondicionada é mágica. Aqueles que viveram muito em suas naturezas irão de algum modo se sentir familiares com tal sensação, quão pobre ela possa ser.


Quer publicar seu texto no Morte Súbita inc? Envie para nós.