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siga a estrada de tijolos amarelos: Magia do Caos Livros Caóticos Salt Magick Introdução e Agradecimentos

Introdução e Agradecimentos


Salt Magick, SatAnanda

Este material ficou durante anos esquecido, passando de HD pra HD, de máquina pra maquina, junto com várias outras anotações e perdido em meio a teras de e-books e arquivos acumulados nestes últimos anos.

Meu encontro com ele foi casual. Na busca de algo que pudesse auxiliar no trabalho feito com jogadores-magistas em Caos o Jogo. 

Procurava por algo que pudesse servir para magistas com pouca familiaridade com Magia do Caos e que fosse instigante para magistas mais
experientes que participam do jogo. 

Encontrei a “Macumba com Sal”, como estava no arquivo original, cuja última atualização foi feita em 2004.

Percebi que este material teria boa aplicabilidade quando me dei conta de que ambos os elementos utilizados (água e sal) eram muito comuns e poderiam ser encontrados em qualquer lugar, a qualquer hora, desde que o magista estivesse em casa. O passo seguinte era torná-lo interessante para magistas experientes. Na ocasião em que fiz as anotações, utilizei as operações básicas de  Magia do Caos, dentre elas, a popular sigilização. Para que fosse interessante aos experientes, retirei toda a parte do material “básico” e inseri as propostas mais recentes que tenho utilizado com sucesso nas minhas práticas. 

Chegando a este ponto, terminei o trabalho e o batizei de “Salt Magick”.

Como este material tem por finalidade a utilização junto aos trabalhos feitos com os jogadores de Caos o Jogo, omiti propositalmente algumas informações. Tais informações são necessárias para que o jogador ingresse no jogo e, no intuito de estimular a obtenção destas informações por intermédio das orientações preliminares, contidas no ato da inscrição e logo após ele, não transferi para este material maiores detalhes.
 Todavia, é certo que este material terá leitores que não são, não foram ou não serão jogadores de Caos o jogo. Para estes,  minha dica: Leiam e pesquisem. Há uma vasta literatura na internet. Há muito material de autores como Austin Osman Spare, Peter J. Carrol, Phil Hine e Frater U.’.D.’. disponibilizados na internet. Há sites variados, fóruns como a lista “Kaos-Brasil” no Yahoo e comunidades do Orkut como “Magia do Caos” a qual modero desde 2005. 

Um dos objetivos deste material é incentivar o leitor a pesquisar, procurar e buscar, por seus próprios meios, as informações necessárias para
que monte seu próprio quebra-cabeça. Por este motivo, fique feliz por não entender algo. Esse será um sinal de que há um novo caminho a trilhar e novas fronteiras a desbravar.

Por fim, sinto-me na obrigação de agradecer a todas as pessoas que me ajudaram com opiniões e na revisão.   Estava um pouco desmotivado em editar este material e todos foram muito importantes nesta decisão.

Mesmo que pareça estranho iniciar este trabalho com uma opinião negativa, tenho que ser honesto em afirmar que o considerava um tanto pueril. 

Creio que seja pelo fato de ter suplantado esta fase inicial, onde usava apenas o sal, e caminhado para uma proposta maior (que poderia chamar de “Crystal Magick”), com a utilização de ampla variedade de cristais. 

Também estou muito envolvido com outro material que iniciei agora com o título de “Isto é CAOS!” (meme que criei há alguns anos) onde apresento uma proposta filosófica sobre meu entendimento a respeito de magia do Caos sob vários aspectos, inclusive psicológico e social.

Porém, conversando com alguns amigos, fui incentivado a editar um material com práticas e onde pudesse apresentar algumas novidades a
respeito de como estou desenvolvendo atualmente.  Iniciando aqui uma “cronologia” e estabelecendo uma “ordem” mais específica. 

Foi a empolgação destes amigos à respeito de algumas propostas que apresento aqui (Vivendi, Selamento, Sigilo-Decreto, Cyber-Yantra, dentre
outras) que me fez reavaliar o que pensava sobre sua relevância. Por este motivo tenho que agradecer muito a todos. Vou nomear alguns, já com a sensação de injustiça quanto a outros que por esquecimento, não estarão aqui.

Primeiramente destaco dois nomes fundamentais para  a realização deste trabalho: A Bel (sempre tem uma mulher né...) que é uma eterna incentivadora, a quem tenho um carinho infinito e sei que sou correspondido e a Caronte III um amigo recente que fez um trabalho magnífico e voluntário na correção do texto. Muito obrigado a ambos pela inspiração e adequação desta inspiração em um texto coerente.

Ao meu professor, Master Choa Kok Sui, que me proporcionou o contato com outro aluno seu, J.R.R. Abrahão que, por sua vez, me apresentou os trabalhos de Peter J. Carrol e Phil Hine, onde tudo começou. Ao amigo Cleber e sua consorte Camila, casal de magistas que muito respeito. Aos amigos da lista do Yahoo “ Kaos Brasil” e da Comunidade do Orkut “Magia do Caos” (incluindo aqui cerca de 3.000 doidos irremediáveis). A
máfia do cotidiano: Cananéia, Lila, Reinaldo, Aléssio, Daniel, Theomagus, João Paulo, Iago, Dom, Rodolfo, Mordechai, Seletor, Azoth, Retículo, Ken Tzar, Frater K., Frater P., Hihipirate, Odysseus, Zed, Wsr, Fernandez, Zelinda e todos do Imagick, Mulheres gostosas da Wicca, Daniel Atalla, Eddie Van Feu, Fire, Thais, Bat, Feiticeira, Horus, Davis, George, os fãs do Slayer, Fãs do Pavarotti, Prof. Adhemar Ramos, as três marias do CAOS: (Mantis, Kat e Thaiz), Prof. Lucas, que cobra este material há dois anos, Ricardo Maffia, Prof. Carlos Rosa, praticantes de Yoga Arhática, Michael, Anita, “os 8 do círculo” em São Paulo, cabeçudos de Ribeirão Preto, morena do RJ que transei no carnaval de 1998 e que nunca mais vi, mas procuro até hoje, grupo de meditação de Poços de Caldas, Dra. Acaccia Barros,  Franz Bardon,Helinho meu advogado, meu boxer Ozzy, meus peixes marinhos, meus filhos Jr. e Julia Claro que tenho que deixar um destaque aqui uma dedicação mais do que especial a todos os participantes, jogadores e mestres de jogos de “Caos O jogo”. É por culpa de vocês que saiu isso aqui. Bem feito! A lembrança sempre aos amigos da Teosofia, Rosa Cruz, Golden Dawn, Thelema, pastores e bispos da IURD e a todos os que leram tudo isso na esperança que seus nomes estivessem aqui e, vendo que não está, irão arrumar alguma forma de falar mal do livro e de mim.

E antes que me esqueça: Obrigado Z. pela minha primeira viagem de balão.


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