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Fim do Mundo na Concepção Espírita: Separando o Joio do Trigo


por Ligia Cabús

O fim do mundo ─ fim desta Civilização ─ segundo a doutrina espírita é uma concepção que também se apóia na idéia de uma catástrofe que será provocada pelo surgimento de um planeta apocalíptico e, também neste caso, um astro de enormes dimensões, muito maior que a Terra. A diferença entre o pensamento espírita e os outros, que se pretendem fundamentados em dados exclusivamente astrofísicos é que os espíritas atribuem a fatalidade a um plano divino, uma determinação cármica. Uma obra clássica da literatura espírita, Os Exilados da Capela, descreve a situação:

Periodicamente, a humanidade atinge um momento de depuração, que é sempre precedido de um expurgo planetário... Estamos, agora [desde 1950], vivendo novamente um período desses e, nos planos espirituais superiores, já se instala o divino tribunal; seu trabalho consiste na separação dos bons e dos maus, dos compatíveis e dos incompatíveis com as novas condições de vida que devem reinar na Terra futuramente. ...

O expurgo que se aproxima será feito em grande parte com auxílio de um astro 3.200 vezes maior que a Terra [incluindo nessa dimensão sua aura etéreo-astral], que para aqui se movimenta, rapidamente, há alguns séculos, e sua influência já começou a se exercer sobre a Terra...

Como sua órbita é oblíqua em relação ao eixo da Terra, quando se aproximar mais, pela força magnética de sua capacidade de atração de massas, promoverá a verticalização do eixo com todas as terríveis conseqüências que este fenômeno produzirá. ...Sugará da aura terrestre todas as almas que se afinem com ele no mesmo teor vibratório de baixa tensão; ninguém resistirá à força tremenda de sua vitalidade magnética; da Crosta, do Umbral e das Trevas nenhum espírito se salvará dessa tremenda atração e será arrastado para o bojo incomensurável do passageiro descomunal.

Com a verticalização do eixo da Terra, profundas mudanças ocorrerão: maremotos, terremotos, afundamento de terras, elevação de outras, erupções vulcânicas, degelos e inundações... profundas alterações atmosféricas e climáticas, fogo e cinzas, terror e morte por toda parte. ...A população do orbe  tenderá a diminuir com os cataclismos da Natureza... No momento final do expurgo somente uma terça parte da humanidade se encontrará ainda encarnada; bilhões de almas aflitas e trementes sofrerão nos Espaços a atração mortífera do terrível gigante cósmico

O grande desastre será, portanto, conseqüência das iniqüidades praticadas pela Humanidade e o planeta em questão será uma espécie de agente purificador da aura terrena pois, em sua passagem, provocando a morte ou o desencarne de 2/3 da população mundial estará, na verdade, retirando da face da terra todos os Espíritos que não evoluíram o suficiente para continuar habitando a Terra que, neste momento histórico encontra-se em um estágio de transição. Este globo, que até então tem sido um Vale de Lágrimas, um planeta de expiação, de resgate de carmas pesados, está em vias de se transformar em um planeta de regeneração, etapa que precede ao estágio futuro e definitivo de um planeta onde deverá imperar a felicidade.


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