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siga a estrada de tijolos amarelos: Miscelânia Textos Diversos O Niilismo Nietzscheano em Minha Concepção Ocultista Interior

O Niilismo Nietzscheano em Minha Concepção Ocultista Interior


por Hadenes

nihil.jpgDentro das raízes Ocultistas Interiores a Existência e a Natureza não são duas coisas mas sim uma. Pois a Existência em si é Natural. Assim sendo a não existência, a desvalorização do “Eu Mesmo”, a separação de Realidades sobrenaturais, é anti-natural. Pois tudo que existe e se manifesta de alguma forma – mental, astral, físico – não esta abaixo e nem acima da Natureza, pois tudo faz parte do Nada e do Todo.

O Todo é a estrutura do Universo em sua matéria condensada. O Nada pode-se considerar a parte não tangível do Universo, a energia que permeia entre mundos e realidades e que muitos não percebem e quando esta se manifesta pôr um ínfimo segundo, é tratado como algo sobrenatural.

A partir destes pensamentos adequei a concepção Nietzscheana de niilismo em minhas estruturas: racionalista e idealista.

Assim sendo neste mundo – e não o Universo, mas sim este mundo, esta realidade que vivemos – eu classifico o niilismo em duas partes: niilismo negativo e niilismo positivo.

Niilismo negativo, digo que é aquele em que a humanidade em massa prendem-se em ideais sem estrutura para manter a sua existência. Onde as pessoas, cegamente, seguem um padrão moral em busca de uma recompensa em um mundo superior que nem se sabe se existe ou não, mas é seguido porque a massa segue. Sendo o niilismo vindo do latim nihil (nada), o “nada” aqui é negativo, pois aplica-se sobre a recusa do “Eu Sou”, a recusa da Natureza. É o existir não existindo. Pois o que realmente é pensado pôr essa massa não é praticado. Mas sim matam seus ideais em prol de algo nefasto e danoso, sem perguntas e sem explicações. Onde aqui há um desperdício de energia vital, astral, em busca de algo que não lhe dá retorno e que assassina a sua Liberdade e sua Vontade.

Niilismo positivo, ou como Nietszche dizia “niilismo – ativo”, é quase a mesma conclusão do filósofo em questão, mas aqui agrego à Magia e minhas concepções Ocultistas empíricas, não sendo diferente do niilismo negativo onde também trago minhas estruturas racionalistas e idealistas. Aqui o Niilismo entra em sua total concepção do Nada, mas pôr fim ele é Tudo. Pois neste há a concepção de renegar toda moral em massa, de concentrar sua energia vital em prol da Criação e do Caos.

A Criação aqui é o renegar as regras que anulam a existência em massa, e voltar para si mesmo, o Despertar ou como digo : A Ressurreição da Alma. Assim também resgatando umas de nossas épocas em que tentaram, com algum efeito, renascer a concepção de o homem ser o centro da vida e da existência e não uma forma incorpórea que brinca de “xadrez cósmico” como centro do existir. Logo renegando os padrões comuns e buscando dentro de si e agregando valor ao conhecimento externo atraído com a igualdade de energias. Ou seja, somos o Nada e o Tudo. Pois para sermos o Tudo temos de antes ser o Nada. Ser livre para pensar e agir dentro do Amor sob Sua Vontade. Não obter nenhuma amarra racional e ideológica externa dito pôr muitos, desprovendo a vida de qualquer sentido. Trazendo, fazendo nascer uma nova ordem do “Eu Mesmo”.

Eis o Caos e a Criação: Destruir toda “erva-daninha” material e espiritual que minou a Humanidade até agora, O Caos de trazer a sua vida o Nada. Direcionar as forças, energia vital, para matar os ideais em massa ainda existentes na mente. Assim em conseqüência, trazer a Criação, a Nova Ordem Interior, fazer de si um Templo Vivo, trazer para a vida o Amor sob Sua Vontade, sem amarras sem desperdícios e sem danos a você e para os outros, tornar-se o Farol da Existência. Saindo da décadent para se tornar o Super-Homem, o Templo Dracontia Despertado.


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