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siga a estrada de tijolos amarelos: Satanismo Textos Satânicos Manifesto Apátrida

Manifesto Apátrida


Autor Betopataca - Todos os Direitos Reservados( Registrado na FBN).

Bandeira NegraComo todos vós deveis de saber o Milênio de Satã está a mão. O Milênio de Satã é o Milênio do Homem. Satã nada mais é do que um arquétipo que representa a auto-deificação e a carnalidade da Matéria(ambos aspectos constituintes da essência da espécie Humana). Não vou ater-me aqui ao porque da auto-deificação e carnalidade da Matéria serem elementos constituintes da Natureza do Homo Sapiens,pois Anton Szandor LaVey no supracitado livro e Aleister Crowley no “Liber al vel Legis” já trabalharam exaustivamente e com argumentos mais do que comprovados em relação a isto.Portanto se alguém duvida do inferido,sugiro antes de estipular juízos inquisitivos,que faça-se a leitura dos livros já citados.

Nos últimos cinqüenta anos vimos o Homem ressurgir reavivado e cada vez mais encarcerado na proposta dita “satânica” de busca a um retorno à sua Verdadeira Natureza Divina.

Um dos primeiros passos para dar início ao “Milênio de Satã” foi com o Fim da Metafísica.Com a afirmação “Deus Está Morto”,Nietzsche simplesmente destruiu anos de retrocesso na Historia humana acabando de vez com a concepção platônica de renegação da Matéria,dualismo existencial(Mundo da Transcendência x Mundo de Imanência)e retornou com a concepção heraclítica(em suma,pré-socrática)de existência.Com o retorno ao Mundo da “Physis” Grego,Nietzsche declara o Mundo da Imanência ou da Carnalidade da Matéria como único Real,por ser o único capaz de ser plenamente Experimentado,Baseado no Eterno Presente(e não em uma noção temporal tri-partida que nada mais é do que um convencionismo ilusório como uma leitura ponderada dos fragmentos heraclíticos e parmenídicos pode comprovar a qualquer um),Concepção Cosmial Una(não dilacerada pela dicotomia ilusória) e Anti-Dogmático.

O segundo golpe que as religiões niilistas(do qual o maior pináculo é o cristianismo)veio com a Recepção do “Liber al vel Legis” por Aleister Crowley sob o augúrio de Aiwass(uma manifestação de seu SAG,plenamente articulada com o Aeon de Hórus que configurava-se e com a própria Realidade Verdadeira).A concepção do Livro da Lei,trouxe a declaração de “abertura para Comunidade Universal” do aeon de Hórus,que nada mais é do que o Aeon do Homem(caso seja alienígena a qualquer leitor a concepção de aeon,sugiro uma leitura de meu ensaio de nome “Esclarecimento sobre os Aeon’s “)em sua Plena Auto-Divinização,vilipêndio a toda Lei que nào a da Liberdade e desprezo por todas as ditas Religiões Espirituais-Osirianas(do qual podemos incluir o cristianismo,judaísmo,islamismo etc.).Contudo muito do trabalho de Crowley,posterior ao Livro da Lei,ainda contou com certos elementos de “Mão Direita” graças a um ranço(pequeno mas existente, como a leitura de textos como “Liber XV”,”Liber Resh vel Helios” etc. demonstram)osiriano deste.

No entanto,somente na Noite de Walpurgisnacht de 1966 que o “Milênio de Satà” foi devidamente “plantado”.Anton Szandor LaVey nesta noite sombria e ao mesmo tempo luminosa,declarou que este era o Anno Domini,o Ano Um de uma Nova Era para o Homem.Com esta deflagração de LaVey para o Mundo,e posterior publicação da “Satanic Bible” em 1969,todos os anteriores ensaios em prol da plena emancipação do ser Humano atingiram o seu zênite.As “Nove Declarações Satânicas”,aceitação do Homem como Predador Natural,Denúncia Aberta da Hipocrisia das “Doutrinas de Mão Direita” e a identificação aberta do Homem com um princípio da Sombra(algo trabalhado ardorosamente por Carl Gustav Jung anteriormente)e de antinomia(não se pode esquecer que o significado hebraico para “Satã”,ou “Shaitan”,seria “Opositor”),coroaram de vez o plantar da semente do “Milênio de Satã”.

Contudo,é absolutamente necessário(como já antes inferido por mim no “Eslarecimento sobre os aeons”)ressaltar que muito ainda precisa ser feito para o pleno estabelecimento do aeon de Hórus como primazia no Consciente e Inconsciente Coletivo.O “Milênio de Satã” apenas está começando,o aeon de Hórus é apenas uma pequena semente que só agora começa a germinar.Talvez ainda precise-se de algumas centenas de anos para que este seja uma árvore bem enraizada.

Mesmo estando o “Milênio de Satã” apenas começando a desvelar-se,este já começa a empreender um metamorfismo na Consciência Ulcerada Osiriana Humana.Este metamorfismo acontece em vários âmbitos(político,socal,mágico,econômico etc.).Como muito bem abordado no majéstico ensaio de nome “Satanarquia” do nobre Irmão Lord Ahriman,torna-se praticamente uma “Notwendigkeit”(Necessidade)imperiosa a desconstrução do Sistema Capitalista Nepotista no qual estamos e a constituição de uma proposta anárquica fundida aos conceitos satânicos contemporâneros ou satânico-horusianos(gerando portanto uma “satanarquia”).Neste mesmo ensaio,o dileto Irmão Lord Ahriman faz um subtil ataque a concepção de “pátria” e “patriotismo”.Tal concepção de ataque a idéia moderna de “pátria” e “patriotismo”,penso ser importantíssima,e por tal dedico-me nas linhas a seguir à mostração de como tais conceitos são por demais estúpidos,manipulativos e ilusórios.Também lanço mão de uma ótica apátrida como vital para o processo de surgimento da “satanarquia” e falência do Sistema vigente.

Nas doutrinas de extrema direita(nazismo,fascismo,integralismo etc.)vê-se nitidamente um profundo culto a figura do Estado e a exaltação de valores nacionalistas.Esta exaltação do nacionalismo e da nação,apenas visam diluir o indivíduo em uma sorte de “consciência falange”.Nesta “consciência falange”,o indivíduo passa a ser considerado apenas mais uma “peça” na Grande Máquina do Estado-Nação.A Vida deste indivíduo passa a ser colocada,para si mesmo,em segundo plano,pois o Estado é colocado como mais importante.Uma das calúnias usadas para supostamente provar a importância do Estado nestes governos é a de que tal instituição é um indicativo do que é o indivíduo e de todo o conjunto de seres que compõem uma comunidade,servindo de legislador justo entre os indivíduos que compõem tal comunidade.Contudo se o Ser é Ilimitado em Possibilidades e Uno,em essência,com o Cosmo(que está aquém de rótulos e dimensões de qualquer sorte como a seguinte frase de Heráclito afirma:”Não encontraria a caminho os Limites da Vida mesmo quem percorresse todos os caminhos,tão profundo é o LOGOS que possui”),como algo tão limítrofe como uma Instituição pode ser um reflexo de algo tão profundo e inominável como o Ser?E se uma Comunidade é um conjunto de variados Egos,alguns visivelmente concorrentes em ideário,como poderia uma instituição controlada por seres Humanos fadados a juízos de valor raramente idôneos atender a todos igualmente e representar “ipsis liiteries” a pluralidade deste conjunto?

Nada pode ser mais importante para um ser vivo,em padrões microcosmiais,do que sua própria pessoa.Como abordado no Capítulo Segundo(“Amor Universal”) do “Renascer Anticristão”(livro de minha autoria),é inconcebível e anti-natural que um ser ame alguém mais do que à si próprio.Portanto uma ótica nacionalista vai contra a Natureza Fundamental do Homem e atenta até mesmo contra o sentido de auto-preservação.

A concepção de diluiçào do Ser perante o Estado nào é exclusividade dos governos e políticas de extrema direita,já que a mesma ótica é defendida em governos de centro-esquerda e centro-direita.Contudo tais práticas são feitas de formas mais subtis.Este processo subtil de apelo do ser ao nacionalismo vem com o mesmo propósito de criar um rebanho subserviente,como é fitado no estado Totalitário.Os apelos mais subtis são feitos através do Esporte e Eleições.

No Esporte,Copas do Mundo e Olimpíadas assumem um papel de afirmação do ser como patriota.O cidadão comum deposita toda sua esperança(vazia,ah propósito)em um atleta,que supostamente é um representante de todo orgulho e virtude que TODOS os constituintes de uma naçào possuem.Se um atleta falha em uma competição é como se todos os indivíduos daquela nação perdessem,se vence é o oposto(todos consideram-se vencedores).Pois bem,um nacionalismo baseado no Esporte é um pináculo de estupidez.Primeiramente,um atleta está muito pouco entretido em “lutar pela sua nação” pois o patriotismo,diferentemente de “merchandisings” advindos com a competição e a fama,não serve para encher seus bolsos cobiçosos e Egos precisando de falsa gratificação através da ablação.A veiculação de esportes no meio da Mídia nào é para disseminar a felicidade nacionalista(como muito é promulgado e acreditado entre o Senso Comum) de ver alguém defendendo a bandeira do país,e sim somente,uma forma de arrebanhar IBOPE e lucrar rios de pecúnuio com isto.O político ao fornecer verba para comissòes esportivas levarem atletas que representem o país em competições como Olimpíadas,por exemplo,não anseiam com isto fazer que a glória de uma Naçào seja vista pelo Mundo,e sim que a política antiquíssima do “Pão e Circo” continue vigorando e o público permaneça entretido com competições desportistas e alienado a toda podridão corrupta que ocorrem nos Grandes Círculos de Poder Estatal.Enfim,o patriotismo evocado pelo esporte nada mais é do que ilusório e chorozônico.

As Eleições de uma Nação são ótimas formas para dar a falsa noção de patriotismo ao Cidadão.É criado,nas épocas de Eleição,uma ótica messiânica de que um candidato pode mutar toda a condição de um Povo e que todo o processo de “eleição deste Messias”está inteiramente na mão da população.Assim,a população crendo poder alterar este Sistema e trazer para o país um Messias,julga-se como patriota e fazendo o melhor para seu país.No entanto está ótica é vã e vazia já que nenhum indivíduo sem apóio nos círculos de poder pode empreender qualquer transformação que o seja.O político “messias” eleito,mesmo que quisesse,jamais poderia fazer valer a “vox populi” por algo melhor para o país já que existe uma maioria corrupta estabelecida no poder.Maioria corrupta que fará tudo(até mesmo assassinar) para a manutenção de um sistema nepotista de encher seus bolsos através da corrupção e vampirismo dos recursos humanos e naturais de uma nação.Além do que,pessoas “bem intencionadas”,altruístas ou verdadeiramente “virtuosas”(para os padrões osirianos de virtude) são rariíssimas,sendo o político,muitíssimo comumente,algúém muito distanciado destes padrões.O político está,em Verdade,mais intimamente próximo a um vampiro psíquico e ambicioso por espoliar o Povo.

Destarte,qualquer forma de patriotismo nada mais é do que uma débil e estúpida ilusão cultivada por um grupo opressor que apenas quer manter suas contas bancárias adiposas.Através de exercícios de hipnose e lobotomia em Massa(menos visíveis em governos nào-totalitários),o Estado(seja totalitário ou não) leva o indivíduo a um grau tamanho de servidão que “insetiza-o”, tornando-o uma mera formiga operária.Sendo uma formiga,este cidadão “patriota” não teme em empreender um dos mais vilanescos e niilistas actos já concebidos:o martirismo em prol da Nação.

O martirismo,seja em prol da manutenção de um Estado ou numa proposta de derrubada deste,é aviltante a condição Natural de Humano pelo facto de fenecer-se por algo ou alguém que nào à si próprio.Qual indivíduo em sã faculdade mental iria morrer por várias pessoas que este sequer conhece ou por um Estado que apenas vê sua existência como uma ferramenta para manutenção de um sistema nepotista opressor?O acto de martírio de um indivíduo(comumente feito em guerras)quando feito em benefício de um Estado,serve apenas para a manutenção da ojerizante estrutura política nacional e para os poucos seres que lideram tal estrutura sentados sobre os corpos dos muitos que morrem por eles e suas causas obscuras.

Qual ser em sã consciência morreria por uma Causa que este nào poderá desfrutar?O instinto de auto-preservação é algo do qual a Natureza deu ao Homem a fim de que este evite sua destruição física.Quando o instinto de auto-preservação é ignorado,é gerado um extremo desrespeito contra sua própria Natureza e condição de Ser Humano.Qualquer indivíduo que tenha lido algo sobre estratégia deve lembrar-se dos ensinamentos de Sun Tzu que pregam que o bom general nào é aquele que luta até a Morte,e sim que sabe retirar-se quando preciso,para pelejar em outro dia e em uma situação mais favorável.Retirando-se do campo de combate e evitando sua destruição,o indvíduo cria a possibilidade de lutar em outro momento e nào por em risco toda a “guerra” com uma morte prematura.

O martirismo é uma ferramenta de forjação de ícones de louvação.Comumente o mártir é canonizado pelos partidários de sua causa e pelo Senso Comum.Criando-se tais símbolos de ablação,apenas fere-se o axioma mais íntimo do Humano,promulgado por Aleister Crowley:”Todo Homem e Toda Mulher é uma Estrela”.Se todos são estrelas(deuses)não existe necessidade alguma de forjar-se “símbolos da causa” pois TODOS são o símbolo da causa em questão e a figura do ídolo é por demais desnecessária.A criação de mártires como “santos” apenas exalta o gesto inumano de sacrifício e a diluição do Ego em favor de uma “clonagem” de algo julgado “comportamento-personalidade modelo”.A gênese de um “comportamento-personalidade modelo” robotiza e destrói todas as vicissitudes inerentes a Vida Humana.A Essência Humana é a mesma,mas como esta manifesta-se em cada ser é distinta,pois como afirma LaVey :“[...]A Terra, deixe-a ser governada pelas suas partes; e deixa haver divisão nela; a glória dela sempre pode ser bêbeda e irritante em si. O seu curso, deixe-o correr com a realização de luxúria; e como manufaturada, deixe-a lhes servir. Uma estação, deixe confundir uma outra; e não deixe ser nenhuma criatura a mesma sobre ou dentro dela. Todos os seus números, deixe-os diferirem das suas qualidades; e não deixa haver nenhuma criatura igual a outra[...]”(Décima Nona Chave Enochiana,”Satanic Bible”).

Assim,a melhor saída para qualquer processo transmutador radical de uma situação deve passar pela revolução aquosa,e não ígnea.A Revoluçào Aquosa(passiva) baseia-se na desobediência civil pacífica que não acarreta um risco directo e imediato a Vida(distintamente da revolução ígnea-ativa que sempre traz a necessidade constante do processo martírico) de nenhum dos partidários.Se um grande números de seres(nào todos,já que qualquer esperança de unanimidade em uma questão qualquer é ilusão)recusa-se irmanadamente a obedecer um Sistema de forma convicta e pacífica,o Sistema por si só alquebra-se e vê-se forçado a acatar as concessões requeridas,pela própria incapacidade de matar-se TODOS os revoltosos e pela ausência de um líder central que possa ser morto e que com seu falecimento vá enfraquecer a proposta.”As vezes o que parece ação tem a essência vazia de um não-agir perfecto.”(Luis Carlos Lisboa,”O ‘Não-Agir’ num Mundo que só Conhece a Ação”).

Agora vejo-me na necessidade titânica de esclarecer que nenhuma causa jamais se deve basear no mero patriotismo.A maior pátria existente é o próprio Eu.Todos os Humanos,se ainda nào totalmente infectados pelas calúnias capitalistas,altruístas e osirianas,sabem disto consciente e/ou inconscientemente.Portanto,a causa satanárquica e horusiana,jamais serve-se de propostas chorozônicas,patriotas e altruístas,preferindo muitíssimo mais trabalhar através da premissa da reciprocidade,Verdade e com os anseios saudáveis e naturais do Ego Humano que sempre busca a gratificaçào,justificada,primeiramente de si.Portanto,a satanarquia visa a derrubada do Sistema Capitalista vigente unicamente para maior gratificação dos seres e adentramento do Humano,novamente,em seu Ritmo Natural Primevo(representado perfectamente no “Liber OZ” de Crowley) e Articulado com o LOGOS.

A causa satanárquica por trabalhar com a criação de um sistema acrático e de auto-gestào pelos próprios indivíduos é absolutamente prolífica para o Forte pois este possui a oportunidade de plenamente viver sua Verdadeira Vontade,legislar para si e viver numa comunidade onde este esteja entre Irmãos em Conssonância com este.Para os resignados e Fracos,a Sociedade Satanárquica dá-lhes a plena chance de continuarem sua existência de satélite e servidão o quanto mostrarem-se inclinados para tal,da mesma sorte que permite que estes pelo seu próprio mérito e manifestação da Verdadeira Vontade juntem-se tacitamente e pacificamente entre o “hall dos Fortes”.Qualquer representatividade sobre um ser só pode ser feita por este mesmo pois ninguém pode saber melhor as nuances existenciais e anseios deste do que o próprio.A organização social funciona como todos sendo seus próprios “países” e “patriotas de si mesmos”,atuando em comunidade/sinestesia(por serem conssonantes)em prol da própria segurança(a Vida em Comunidade empreende maior segurança do próprio Ser).

Seria possível que existissem enormes comunidades,com mais de um milhào de habitantes,vivendo sob a égide da satanarquia?A esta pergunta digo:Não.A satanarquia exige a criação de comunidades pequenas apátridas e nào-Estatais,com os membros integrantes conssonantes entre si,manutenção de um Sistema Thelêmico-Satânico de Forte x Fraco e que estas comunidades interdigitem-se conforme,unicamente,a necessidade impelir.Desde que surgimos vivemos numa social insociabilidade,formando grupos de seres conssonantes entre si e predando de forma sangrenta grupos que ousem interferir na Verdadeira Vontade de um dos membros amados da Comunidade que integramos ou nesta como um todo.O surgimento do Estado tentou condensar todos estes grupos/guetos/comunidades sob uma mesma égide para assim poder vampirizar e escravizar a todos estes homogeneamente,contudo é virtualmente impossível fazer tal sem incutir nestes grupos um fio conector ilusório chamado patriotismo e de igualdade dogmática sem experimntação atinável alguma.A consciência apátrida e reafirmaçao destes guetos/grupos/comunidade levaria a total desconexão destes mesmos grupos do Estado,levando esta Instituição Política perniciosa a falência.Ou,como solução alternativa,o Estado teria de expurgar os grupos/guetos/comunidades que declarassem abertamente desobediência a este em prol de um ideário satanárquico/apátrida.

A satanarquia jamais caminharia para reafirmação do patriotismo nas comunidades formadas pois seria cultivado,sempre,entre seus membros sua autonomia e importância do Self acima de TUDO em padrões microcosmiais,destruição de quaisquer rótulos moralistas monistas que representam a nação e a ausência de qualquer Instituição conectora/legisladora entre estes que nào estes mesmos são indicativos mais que suficientes para provar que a sociedade satanárquica jamais poderia padecer de um dos maiores males que a História Humana tem notícia:o patriotismo-nacionalismo e culto ao Estado.





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