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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Textos Conspiracionais Nazi-Esoterismo: crenças e Magia no Reich de Hitler Jesus Cristo Ariano

Jesus Cristo Ariano


Nazi-Esoterismo: Crenças e Magia no Reich de Hitler

Não difícil arianizar Jesus oficialmente; aliás, foi tão fácil que arianizaram o rei Davi também [que era louro, de belos olhos e mui formosa aparência ─ [Samuel 16:12]. Muitos pensadores europeus, sobretudo no século XIX, eruditos versados em várias ciências, tinham elaborado estudos que davam suporte a essa teoria. Obras de Arthur Gobineau, Houston Stewart Chamberlain, Paul Lagarde, entre outros forneceram as referências para que o nazista Alfred Rosenberg [1893-1946] elaborasse sua própria versão do Cristo germânico, exposta no livro The Myth of the Twentieth Century.

 Jesus, sendo natural da Galiléia, sendo galileu, era judeu somente no âmbito cultural geográfico. Geneticamente, todavia, era Ariano, e não semita como os outros judeus. Isto porque os Galileus, identificados como amoritas, não eram semitas, mas arianos que haviam se estabelecido naquele território sendo, por circunstâncias históricas, obrigados a se submeter ao governo de Israel.

Na Bíblia, os Amoritas são retratados como um povo de alta estatura, "altos como cedros" [Deut. 3:11]. Ocupavam uma faixa montanhosa de leste a oeste no território da atual Jordânia. Seu rei, Og é descrito como o "último remanescente dos gigantes". Para Rosenberg, em sua origem, o cristianismo era ariano e tinha sido corrompida pelos seguidores do epilético Paulo de Tarso. Essa perversão Paulina caracterizava-se pelo derrotismo contido na essência do ensinamento deturpado, que enfatiza o sofrimento de Jesus com doentia obsessão pelo momento da crucificação e uma infantil valorização dos milagres, das curas de aleijados e outros doentes que os nazistas mandariam para o forno sem nenhum remorso.

O cristianismo positivo nazista enaltecia o caráter heróico da trajetória do messias ariano que se ousou desafiar a cúpula maligna dos sacerdotes judeus a fim restabelecer a ordem espiritual do mundo, pelo resgate da única religião verdadeira, a religião arcana dos indo-arianos, a religião dos Elohim, do politeísmo consciente que reconhece a multiplicidade das forças divinas e Sua onipresença, especialmente no âmago de todo ser humano de raça superior, de preferência louro, 1,80 m e olhos azuis.

E como prova da malignidade judaica, um só argumento bastava: os judeus eram os assassinos de Jesus! Se Jesus os perdoara por nobreza isso não fazia dos judeus criaturas menos vis e comprovadamente, aliás confessos, incorrigíveis; o povo que perseguiu e matou todos os seus profetas como relata o Antigo Testamento.
 



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