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Nazismo & Cristianismo Positivo


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Jah-Hova, o Deus Hermafrodita dos judeus
Ídolo de cobre do ano 1.200 antes de Cristo. Trata-se, evidentemente de uma divindade fálica encontrada no santuário de Timna. Supõe-se que seja uma representação de Yahweh [Jeovah], encontrado em Kuntillet el Ajrud, Israel, em 800 d.C.. Yahweh, é famoso por seu falo indicativo de sua prodigiosa capacidade de reprodução. — [Beno Rothenberg, et al. The Egyptian Mining Temple at Timna. Institute for Archeo-Metallurgical Studies Institute of Archaeology, University College London. 1988]


O intenso envolvimento do nacional-socialismo do Terceiro Reich com as ciências ocultas era uma coisa a ser escondida pelo Partido nacional-socialista. Tanto no período que precedeu a Segunda Guerra Mundial quanto durante o conflito. Porque o Reich não seria o reich e o Füher não seria führer sem o apoio do povo alemão; e ocorria que o povo alemão, tal como a maioria dos europeus, em termos de religião, eram seguidores do cristianismo: fosse o católico ou o protestante. Seria um desastre político se os líderes nazistas assumissem publicamente seu profundo envolvimento com a religiosidade pagã.

Conciliar a ideologia e as práticas, violentas, anti-semitas, ações de assaltantes e assassinos, justificar a barbárie, o ódio racial frente aos princípios cristãos foi uma tarefa de malabarismo ideológico que resultou em uma doutrina extremamente suspeita mesmo para os cidadãos alemães mais simplórios. Esse cristianismo sedento de sangue judeu, chamado Cristianismo Positivo, foi engendrado a partir, principalmente, das idéias de pensadores anti-semitas ou mesmo mais radicais, anti-cristãos [veja lista desses pensadores e briefing de suas idéias e biografias no link indicado].

São princípios doutrinários teológicos do Cristianismo Positivo:

- Rejeição ao Antigo Testamento [pela origem judaica]
- A concepção de um Jesus ariano e não-semita, não-judeu
- A unificação do catolicismo e do protestantismo em uma Igreja Cristã Nacional

Rejeitar o Antigo Testamento é uma atitude esperada segundo o ponto de vista da ideologia nazista de supremacia da Raça Ariana e completo desprezo aos semitas, especialmente judeus. Se os judeus eram desprezíveis, suas Escrituras não tinham valor.

O suporte teológico desta doutrina repousa na simples história confessa do judaísmo, que nasceu sob os auspícios de uma divindade exotericamente [popularmente] conhecida Jeová, palavra cuja grafia varia porque muitos preferem a forma mais próxima do hebraico [que não usa vogais]: Yhwh ou, ainda Yeaweh, Javé ─ tudo isso sendo contração de dois vocábulos Jah-Hova que ao fim de toda tradução exegética, no entender dos teósofos e de muitos lingüistas, revela que o deus de Abraão era um deus hermafrodita de uma religião sensual própria da inferioridade étnica do povo que a praticava [isso, leitor, veja bem, segundo a interpretação nazista]. Toda essa teoria foi extraída da Doutrina Secreta de H. P. Blavatsky e interpretada de modo a servir aos propósitos do nacional-socialismo alemão anti-semita.

Jeová foi [e é] o Deus dos seguidores de Abraão, um patriarca [chefe de tribo, clã] originário, até onde se sabe, da cidade de Ur, na Caldéia, ou seja, na Mesopotâmia, região que abrigou a famosa Babilônia, atual Iraque. O próprio nome do povo - JUDEU - deriva da antiga denominação, Yah-oudi, a eles aplicada e por eles considerada ofensiva! Yah-oudi pode ser entendido como "Jeovitas", "Jhaevoadianos", "Jodhadious" ou, simplesmente, seguidores de Jah-Hovah.

O nome Jeová é a simplificação do original hebraico Jah-Hovah, palavra composta: JAH ou JOD ou, ainda YOD significa phallus, falo, pênis, macho: "A letra hebraica Jod representava o membrum virile" [BLAVATSKY, 2003]. Hovah significa vaso, cavidade, arca, concha. fêmea (e, mais tarde, vagina, do latim, metáfora relacionada ao estojo onde os guerreiros guardavam sua espada; bainha de espada). ....Portanto, Jeová significa "macho-fêmea", "pênis-vagina", um ser que reúne atributos genitais de ambos os sexos; um hermafrodita [CABUS, 2007].

Essa doutrina, estrategicamente interpretada pelos pensadores do Terceiro Reich, era suficiente para realocar o Deus de Abraão  na categoria dos demônios fálicos do paganismo bárbaro dos povos da Antiguidade. Quanto aos judeus, eram, sim, o povo escolhido; escolhido pelo diabo para fazer diabruras! Sob tal perspectiva era necessário dissociar a figura e a doutrina de Jesus de qualquer tipo de tolerância ou aceitação da Lei mosaica [de Moisés e Abraão], ao contrário do é mencionado nos Evangelhos, posto que Cristo declara ter "vindo para cumprir a Lei". Porém, "a Lei" pode ser entendida de forma vaga, sabe-se lá Lei do que ou de quem?

Os nazistas responderam essa questão ao seu modo: Ele veio para cumprir a Lei dos Elohim [e não de Jeová]. Os Elohim são aqueles que aparecem tão rapidamente no Gênese bíblico que, naturalmente, não seria exatamente um livro da tradição de judaica; ao contrário, é mais uma apropriação indébita dos judeus, uma espécie de roubo ou pirataria cultural. Ora, Elohim, como já foi bastante divulgado pelos midia do exoterismo, significa Deuses.

Com isso, o paganismo politeísta dos antigos germânicos se justificava e estava aberto o caminho para a germanização de Jesus. Não que os nazistas fossem pios cristãos que não desejavam abrir mão de Cristo de jeito nenhum; ao contrário, teriam mandado Jesus para um campo de concentração sem pejo! Porém, não eram suicidas políticos e sabiam que era necessário, em um primeiro momento do resgate da Raça, acomodar a figura do Messias de Nazaré ao cenário da tradição ariana. Afinal, o cristianismo estava fortemente enraizado na religiosidade do povo alemão.

Não seria difícil arianizar Jesus. A arte ocidental há muito se encarregara de popularizar a imagem de um ser divino, angelical e, sobretudo, europeu: inúmeras obras de arte mostravam o meigo rabi branco, louro e com os olhos azuis. O mesmo acontecia no que se refere à segunda persona sagrada do Cristianismo, a Virgem Maria e toda a corte angelical! Alguém já viu anjo renascentista com biótipo de nigeriano ou de pigmeu? No máximo, o que se encontra é um branco de cabelos castanhos e olhos cor de mel. Meditemos...


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