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siga a estrada de tijolos amarelos: Thelema Livros Thelemitas Verdade, O Látego do Conhecimento Abssalion - O Alerta

Abssalion - O Alerta


Por Grimm Wotan

AbismoEstas palavras são loucura abaixo do Abismo.

O não praticante, ou o praticante da conveniência, devem evitar lê-las, sob a pena leve da ignorância, e a pena grave do desabar de seu universo.

 

Força não é emanar Poder para todos os lados.

Força é fazer o que deve ser feito! Quando deve ser feito! E da forma que deve ser feito! Doa a quem doer.

 

As pessoas, tem conceitos estúpidos sobre o que é  ser forte.

Apesar de Crowley e do Havamal apresentarem o que deveria ser uma conduta forte, elas ainda vêem em suas infantilidades em busca de poder, ou de controlar pelo poder, explicações para o que deve ser naturalmente a atitude de Potência.

Ninguém que não seja Potente, pode conquista-la.

Potência é inata e é a marca dos Antigos.

Assim esta força, emitida pelo (a) Potente, é  natural em tudo que este faz e executa.

 

As emoções são apenas uma forma de perder energia.

 

Não vou entrar nos estudos a respeito disto, maldição seja dito ao praticante despreparado que leu este livro, ou ao troll e inerte que passaram seus olhos sobre o mesmo, pois loucura e o fim dos alicerces de suas vidas e o que realmente aqui encontrarão.

Ocorre que por meio das teias sutis que perfazem a Hame, e os entrelaçamentos internos de outros corpos sutis do ser, a emoção efetua o vazamento de força em direção ao foco de nossa atenção.

Ao contrário do que deveria ser, a mente governada pela emoção desprende potência para o objetivo da atenção.

E logo a marionete passa a nada ser além de uma casca, pervertida no fanatismo, ou na busca por satisfação de seu servo emotivo.

 

Todo aquele que erra, o faz por motivações puramente emocionais.

 

Se observarmos com clareza, poderemos notar um fato que é em si mesmo o mais coerente para nossos propósitos.

As pessoas notoriamente nos momentos mais difíceis, ao invés de controlar como hábeis jogadores de Xadrez, cada compulsão para poder mover os dados a seu favor. Passam a ativar as coisas em explosões inúteis e fúteis, de fúria, rancor, lascívia, pseudo-amor, e tantos outros exemplos da atitude dos Trolls, que facilmente tornam-se apenas os peões do tabuleiro nas mãos dos mais atentos.

Em termos de aplicabilidade mágica, a emoção é  inútil, o corpo emocional deve ser purgado deste termo, e do que a ele está vinculado, e ser expressado apenas por Hame, ou corpo de luz.

Sua utilidade está apenas e tão somente em transmitir informações de corpos mais sutis para o Athem – Etérico, e deste para o físico, e em ultima instância servir de casulo para aquele que pode viver eternamente por meio dele, totalmente CONSCIENTE.

 

A emoção é a marca do Troll.

A falta de atitude é a do Inerte.

A Vontade, unicamente, marca o Forte.

 

Todo aquele que pertence a espécie dos Trolls, age por fúria estúpida, ou para satisfazer seus pútridos desejos, sempre os mais violentos, sempre a total falta de sutileza, sempre sem o governo de qualquer resquício de mente. Estes formam as legiões de adoradores, torcedores, fãs acéfalos de homens semi nus ou mulheres semi nuas, entre outros.

Todo aquele que pertence a escória Inerte, faz de si um pseudo-intelectual de alguma forma.

Ele quer reger aos Trolls, dando-lhes seu pão e seu circo, para poder manter as coisas eternamente como são.

Ele anseia por mostrar sua coleção de livros imensa, ou seus “imensos” conhecimentos dentro de uma dada área, para poder inferiorizar algo que pode adora-lo como o foco de coisas divinas.

Ele jamais praticará algo que mude sua vida, somente dirá que o faz, ou mesmo fará uso de coisas que sempre, como uma queda de dominós, recaiam de volta ao ponto de onde saíram.

No geral estes são pastores, padres, líderes religiosos, políticos, médicos, advogados, juízes, ou tidos como líderes locais, por todos os Trolls que ali residirem.

Todo aquele que emana de si o próprio efeito do Terror.

Que domine sem ao menos proferir uma única palavra.

Que determine o rompimento do Wyrd, ou cause modificações como marca presente de si.

Este é um dos Antigos.

 

Trolls! Você vê um, você conhece a espécie inteira.

 

Todo Troll, possuí a mesma aparência, a despeito de serem de etnias diferentes, ou mesmo de que não provenham de similaridade familiar.

Sempre apresentam os olhos vazios, a característica lordose e escoliose.

Sempre há um cuidado especial com tornar-se desprezível em sua aparência, de maneira que seja ressaltada cada particularidade de sua humilhante condição natural.

O Troll usa-se em geral da frase “Humilhar-se em frente ao trono.”, que é a medida de sua subserviência.

Eles desenvolvem esta característica tão semelhante a uma síndrome específica, que poderia facilmente ser caracterizada assim, pois é extremamente fácil enumerar todos os vícios, e a magnitude de efeito presente sobre a psique mal formada de um (a) Troll.

Sempre há o ódio por tudo que implique em liberdade sexual, beleza em si mesma, ou em liberdade de expressão.

Sempre há o ódio aberto contra tudo que possa contradizer seus grilhões.

Sempre há um Inerte lucrando com os mesmos, e instigando-os a atacar tudo que possa contradizer o estado de presa, natural em um (a) Troll.

 

O verme rasteja.

O rebanho ora.

O parasita decora.

O Forte suplanta.

 

Vemos as Espécies, ou castas se preferirem.

A natureza do Troll sozinho implica em agir como a vicissitude que é e representa. Feio, com distúrbios na coluna no geral, apresentando as nítidas feições que são mencionadas nos livros de histórias sobre o nome de sua espécie.

Em conjunto emanam sua energia para o foco que, por leis criadas por inertes para mantê-los satisfeitos, como o enorme estômago que é virá a devorar os mais devotos, em vida, e cada resquício em morte.

Trolls legítimos não reencarnam, suas almas arrancadas de pequenos animais inferiores sequer retornaram para lá, serão simplesmente dissolvidas.

O Inerte, como bom parasita que é, decora textos e mais textos, ou mesmo métodos de detalhes excessivos que ditará para os Trolls, mantendo-os sobre controle.

Se Há quem seja realmente ATEU, são os líderes dos Trolls, pois sabem que nada há ali, somente um teatro de carnificina física ou astral.

Claro que há os Trolls que são usados como cabeças de aríete, na forma de ditos líderes de Trolls, o Inerte é um covarde que jamais fará o serviço, ele odeia qualquer tipo de esforço, matará  para não modificar sua forma de ser, ou a forma de sua vida.

O Forte está além de ditames de classe.

O Forte está além de ditames acadêmicos.

O Forte está além de ditames Pseudo-Elitistas.

Ele É melhor, mais forte, mais rápido e mais capaz, e por causa disto, ultrapassa qualquer expectativa que tenha sido pensada por um Inerte, para um conjunto específico de fatores.

Somente há uma elite que a que possamos nos referir, a dos Fortes.

 

Somente Há um Amor, o Amor de Si.

 

Quando olhamos uma mãe segurando uma criança, devemos observar o que ela jamais reconhecerá, mesmo que para si.

Ela ama ao filho, ou a filha, por que esta ou este apresentam características suas, no comportamento ou na fisionomia, estampados para quem quiser ver.

Os casos de amizade e romance, lidam exatamente com o mesmo tema.

O que pelos humanos é chamado de amor, nada mais é do que uma forma de NARCISISMO.

Procuram pares para si mesmos, procurando nos outros igualdades de si, mesmo que ocultas em seus inconscientes.

E por um tempo, justamente o período de noivado e os primeiros anos de casamento, somente isto é o que atém suas mentes e olhos.

Após passado este período, podemos observar que as brigas virão, por que o narcisismo chegou ao cúmulo da perfeição.

O Inerte e o Troll, conseguiram para si cópias de si tão perfeitas, que os seus vícios, inclusive os que pretendem esconder do mundo exterior, e principalmente do mundo interior, ali estão para açoitá-los a vontade.

Quando perdura a relação, algumas vezes com brigas, outras nem tanto, isto ocorre por um acordo de não violência que parte, muitas vezes inconscientemente de um ou ambos, muitas vezes após algumas discussões mais acirradas, ou previsão de discussões.

Sempre há um Inerte aqui, os Trolls passam a vida brigando com a pessoa, ou se separando e brigando em contínua agonia.

O Amor somente pode verdadeiramente ser descrito, como o que sentiu Leonardo Da Vinci ao engendrar suas obras. Ou quando os construtores das Pirâmides as terminaram. Ou quando os construtores de Megalitos da Europa, concluíram seus objetivos. Ou quando Vlad Tepesh expulsou os Turcos. Ou ainda quando Herman com uma tribo Teutã de Cherusq, massacrou 20.000 legionários romanos, expulsando-os do que hoje é a Alemanha.

 

Asceticismo não é negar o sexo, e sim usa-lo.

 

Asceticismo é o ato de estar em contato com o sexo, e ao invés de se render a emoção usar-se dela, do contato para ampliar o poder da grande serpente, e dar um êxtase superior a qualquer minúsculo, ridículo, e pequeno orgasmo troll ou inerte.

Saber tratar, saber tocar, saber excitar, saber colher.

E em momento algum, a emoção está ali presente, mesmo que a outra pessoa não o saiba.

 

A essência do Ódio, está contida na frase: “Isto está errado!”.

 

Sabendo que sempre que estamos realizando algo, ou que estamos descansando, e algo sai de forma errada. Imediatamente descobrimos, mesmo que inconscientemente, que o que estávamos fazendo foi tolhido, ou foi nulificado, ou de outra forma, foi conscientemente eliminado ou barrado.

Isto provoca em questão de milésimos de segundo, a percepção do que imediatamente causou o problema, e nos leva a constatação mental de que deve haver uma punição para o ato, pois foi uma afronta direta.

Assim nosso inconsciente nos diz “Isto Está Errado!!!”.

Quando o Troll, em seus estúpidos manuseios diários se enfurece, sua acefalia dá passagem direta a raiva sem o uso do freio mental, que normalmente chamamos de culpa, anterior ou posterior, ao ato. Normalmente seus atos, e pseudo-pensamentos, mais dados na verdade ao ruminar de uma vaca, são contraditórios com o mais remoto conceito de realidade, ou de bom senso, e por ser tão estúpido tudo lhe gera ira, pois afina é ele ou ela, apenas um animal.

O Inerte irrita-se com tudo que vai contra seus planos de continuar as coisas na mais completa falta de movimento. Tudo que implica em evolução lhe enfurece, e assim avanços científicos, ou de outros tipos, que tornam seu sustentáculo de vantagens lucrativo desnecessário, ou ultrapassado, é amaldiçoado, ou é expressado para os Trolls e os outros Inertes, como uma forma de pecado.

O Forte irrita-se com tudo o que não implica em sua própria divindade, e seu método de expressa-la, uma vez que sua vida está naturalmente consagrada no expressar desta Potencia que ele mesmo é.

Quando raiva ou ódio, houverem, devem os fortes observarem a frase “Isto está errado!!!”, fazendo com que o uso de violência para punir o causador da injúria, ocorra sem nenhum prejuízo para sua mente, e de forma que o fantasma emotivo e parasitário da CULPA, deixe permanentemente de existir. Pois se é um freio mental para Inertes e Trolls, para os Fortes nada mais é do que perda de tempo.

 

Conhecimento é um vinho doce, que mostra todo o amargo que há  em volta.

 

Conhecimento desenvolve a percepção de todas as coisas da forma como elas são.

Leva-nos a perceber que antigos prazeres, nada mais eram do que os grilhões da corrente, apresentados na forma de algo que parecia nos dar prazer.

Conhecimento leva a quem o descobre, ou a quem o possuí, a vôos que jamais poderiam ser suspeitados dentro de qualquer esfera de pensamento, que por acaso tenha existido antes dele.

Diante disto, todos os sabores, e todas as coisas, desaparecem.

E o cotidiano, embora muito amado, ou mesmo tão perfeito, mostre-se pútrido sob outros ângulos.

 

Tristeza é o nome que os humanos dão a Onisciência.

 

As pessoas não estão preparadas para os Siddhis.

Somente os Fortes podem sobreviver ao que sobrevém do Abismo.

Em todas as épocas, em toda a história da humanidade, sempre nos deparamos com dramas e tragédias.

Elas podem até mesmo ter sido aclamadas ao público em geral, como é o caso das Tragédias Gregas, por exemplo.

Mas o fato de que a melancolia e a tristeza, sejam contínuas companheiras na vida de todos, é indiscutível.

Há os que alimentam seu ódio por causa da tristeza que sentem.

Há os que alimentam sua tristeza, por causa do ódio que sentem.

Nenhum suspeita do óbvio.

Nosso sentimento puro de tristeza, que vai e vem mesmo que sem aviso, é uma apreciação da capacidade natural que brota das experiências dos que viajaram pelo deserto, os que foram a Gnuggap ou Arallu, e que vém a despedaçar a mente de muitos deles, e de todos os humanos.

A percepção de tudo, a todo o momento, que vem contestar todos os nossos planos, todos os nossos anseios, todos os nossos projetos, apresentando o desenlace dos fatos, tais e quais eles virão a ser, doa a quem doer.

A mente humana, ao perceber isto, frustrasse e em melancolia muitas vezes comete suicídio, em outras simplesmente se retrai, e em muitos casos viciasse em remédios de controle de surtos psicóticos, que procuram sedar o cérebro de tal forma, que a consciência da Onisciência, jamais possa ser percebida no grau anterior, para tentar fazer com que o desgraçado ou desgraçada, procurem viver.

Isto simplesmente é tolice.

O Forte aceita sua Onisciência, e age da forma que deve-se agir, com a disciplina e severidade que lhe é peculiar.

O Forte toma as rédeas de seus atos, auxiliado por sua percepção dos fatos, e age através de sua mente, devidamente trabalhada, levando então sua vida a crescer sempre.

Quando a Tristeza aparece, por não haverem emoções ele sente a Onisciência que lhe é implícita, e pode então retirar o sumo adocicado do momento, pois o Forte é como uma Lâmina permanentemente afiada.

 

Todo aquele que sofre torna-se dês-iludido.

 

Nos é muito comum ouvir alguém falar de pessoa que, tendo sido abandonada, ou tendo recebido golpe muito forte do destino, torna-se amarga, e a melhor expressão que encontramos é o termo DESILUDIDA.

Com isto queremos dizer que a pessoa perdeu a ilusão, que de outra forma, continuaria a comandar sua vida.

Todas as formas de alegria humanas, essencialmente são simplesmente ilusões, nada além disso.

Tudo se resume no jogo de agradar, para retirar depois, levando a explosões emocionais, de forma que mais e mais energia sejam emanadas da vítima.

Este ato é explicitado no destino dos homens sendo modificado pelas Nornes, ou pelo texto descritivo das Gunas na Índia.

Quando a pessoa perde suas ilusões, imediatamente a Tristeza governa sua vida. Tristeza essa que nada mais é do que a ausência das emoções ligadas a ilusão, que normalmente controlavam sua vida.

A pessoa incapaz de ver a atuação da Onisciência que Flui da Tristeza, que na verdade é a Tristeza, entra em processo auto destrutivo.

Isto é fato irrevogável em Trolls e Inertes, ou voltam a se iludir ou então acabam por se destruir.

O Forte, que não carrega mais consigo as marcas e a essência subserviente, que são o que as emoções na verdade são, usa da Dês-Ilusão, tornando-se um perpétuo Dês-Iludido.

Este somente pode ser aquele que está além das tolices, que governam as vidas dos humanos.

 

O Abismo nega o Uno.

O Abismo nega o Múltiplo.

O Abismo expõe o insensível.

 

Não há um deus único, regendo a tudo e todos em perpétua tirania, concedendo graças a quem agir mais acefalicamente do que os outros.

Não há deuses benignos ou malignos, que munidos do comportamento dos humanos, venham em ciúme, ódio, ou inveja, causar este ou aquele sofrimento.

Consciência é Tudo o que Há, e cada lei tem a sua, mas é totalmente insensível aos pedidos, apelos ou regras que tenham sido criadas por inúteis Inertes, para domar e agradar a Trolls abjetos.

Existem contudo os meios, que a mente afiada, o corpo resistente, e a potência legítima podem colocar em movimento, pois sendo de sua natureza reger, podem colocar em atividade os poderes, pois naturalmente conhecem aos mesmos, e podem falar em sua língua, tendo a força para lhes chamar a atenção, COMO IGUAIS.

Já que conhecem seu local de repouso, e onde são vistos como devem ser, o Abismo.


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