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siga a estrada de tijolos amarelos: Thelema Livros Thelemitas Verdade, O Látego do Conhecimento Análise dos Nove Ângulos e suas Chaves

Análise dos Nove Ângulos e suas Chaves


Por Grimm Wotan

WyrdHá algum tempo temos ouvido falar de uma série de grupos, que visando o desenvolvimento sério e efetivo da magia, e de uma série de meios e modos dentro da magia, e de várias formas de magia, buscam a maestria no conjunto acumulativo de cada uma de suas melhores formas de desenpenho.

   Assim, principalmente dentro de círculos de ocultistas Alemães e Nórdicos, vimos nascer principalmente desde o século 16 (um exemplo disto é o Ordem de Odim, que foi a provavel responsável pelo registro do Galdrabok, um Grimmórium de magia sigilizatórica rúnica), formas de magia que alcançaram sua divulgação ápice e expressão, inclusive mais avançada.

   Desta forma ocorreu a pesquisa, tradução e estudo do Vrama Marg para o alemão e em seguida para o inglês, o que disparou a necessecidade de uso e desenvolvimento, dentro da linguagem dos círculos que efetuaram o esforço de tradução, dos materiais usados, e de muitos outros que viriam a existir.

   Este grupos eram Gnósticos, Martinistas, Maçons e Teosofistas (estes existindo a partir do séc. 17 e 18).

   Desta forma o sistema de magia sexual, foi adaptado aos recursos que eram vigentes,pelas mentes dos tradutores.

   Assim nasceu entre as pessoas que foram atraídas pelo círculos de tradutores, a necessidade de engendrar uma academia de ocultismo, para desenvolver o que estavam usando, e apreender os segredos do que estudavam, e desenvolve-los em estágios avançados.

   Este esforço entre os maçons resultou na Ordo Templi Orientis, que após alguns anos de sua concepção já  no séc. 20 tornou-se thelemica, sob a orientação de Crowley, absorvendo um pouco do que a Argentum Austrum deste já aplicava, e usando dos métodos ali presentes, somados a conhecimentos tanto incosncientes quanto sabidos racionalmente, das técnicas de transe e viagem dos Nórdicos e Celtas, o chamado Seidhr (a Magia dos Sdhee Celtas, os Deuses Céltas), ou o Galdhr (o Canto e Transe e a Magia Sigilizatória que está no Galdrabok), bem como o sistema chamado de Licantropia Magica, praticada pelos Bersekers e Ulfheadnars, algo que é bem presente nas cerimônias das Mulheres Escarlates e dos adoradores da Kali Indú, ou da Innana-Astaroth Suméria.

   Em meio a busca incessante por conhecimento e desenvolvimento, muitos grupos de ocultistas se depararam com livros antigos, ou fragmentos, os quais que em muitos casos somente tiveram a validade e a autenticidadel, comprovadas somente no final do séc. 20.

   Um destes livros foi o Al Asif, o Necronomicom, cujos outros fragmentos encontram-se no Texto R'ylieh traduzido por Robert Turner, David Langford e outros ocultistas, em tempos mais recentes.

   Justamente com base na forma de atuação e maneria de ser acima citada, e pela gravidade dos termos presentes nestes livros, apresentada e comprovada pela prática e pela pesquisa sérias, acabaram nascendo formas de magia muito poderosas, que em seu centro continham também chaves ocultas da magia antiga praticada pelos Europeus desde tempos imemoriais.

   Se pegarmos por exemplo o Trapezóide e a Ordem dos 9 Ângulos, observados neste pequeno estudo, teremos a combinação do pensamento Hermético e Gnóstico, ao Necronomicom, para engendrar algo que se propõe a ir além, mas que em seu centro apresenta o pensamento Nórdico inerente como a amálgama que dá alma a junção.

   Vejamos os termos:

 

1) Temos 7 deuses sombrios, senhores de 7 Aeons sombrios, que se permutam em 21 caminhos ou deuses de pontos vínculos, que procuram se encontrar e se equilibrar;

2) Estes 7 e 21 seres e caminhos, também subentendidos como partes do inconsciente, são chamados de ÁRVORE de WYRD;

3) Os 9 Ângulos apresentam 9 Seres regentes, em que apresentam-se como poderes de regência os Seres do Necronomicom (Shub Nigurath, Kuthulu, Yoggsototh, Azag Toth, Nyerlatotephe, Hastur, e outros 3 que perfazem o complexo dos 9 ângulos e do Trapezóide).

 

   A apresentação acima está em ambos os casos, Trapezóide e 9 Ângulos, posicionada sobre um símbolo dos Guts, que vieram a ser os ancestrais para os Irlandeses e para os povos Nórdicos, que sintetiza tanto as 9 Virtudes dos Druidas e Celtas, quanto as 9 virtudes dos Nórdicos, e que apresenta o Eneagramático esquema de desenvolvimento do Saber de Odin.

   Este símbolo deu origem ao Triskele dos Celtas, sendo um pouco mais complexo (uma vez que o druidismo nasceu das migrações dos Caucasianos Goidélicos, ou Guts, que migraram pela suméria subiram pela Boehmia e engendraram as Bases do Druidismo e o sistema dos Sábios Wids dos Celtas, e bem como dos Sábios Nórdicos os Vitks).

   O símbolo em questão é o Valknotr, e se compõe de 3 triângulos que se posicionam formando 7 triângulos menores.

   A concepção do entendimento e conhecimento dentro do Valknotr nos leva diretamente a entender a Musphelheim, Reino do Fogo, regido por um gigante chamado SURTUR (que em Old Norse quer dizer "O Escuro"), Nephelheim, O Reino do Frio, cujo centro é o Hvelgaldhr (cuja tradução em Old Norse é Lago Ressonante, Caldeirão Ressonante, ou CHACRA/RODA RESSONANTE, mas é melhor entendido por nós como Vórtice Ressonante), que habitado por Dragões Terríveis, que dissolvem com sua essência aos desonrados que são inevitavelmente atraídos para lá, através do reino dos mortos. E por fim teremos o Gnnugigap, um enorme Vácuo ou Vazio, quja tradução correta em Nórdico Antigo é Abismo ou Nada Primordial.

   Os 3 triângulos se combinam e engendram 7 mundos onde há vida, cada um deles regido por um ser ou essência auto consciente.

   São 9 ÂNGULOS QUE GERAM 7 TRIÂNGULOS COMPLETOS, ONDE HÁ VIDA em vários estágios e onde há conhecimento totalmente diferente em cada TRIÂNGULO.

   Estes 7 TRIÂNGULOS VIERAM A SER A BASE OU AMÁLGAMA PARA OS 7 DEUSES SOMBRIOS DENTRO DA ÁRVORE DE WYRD, OS 9 ÂNGULOS VIERAM A SER BASE PARA O TRAPEZÓIDE E PARA OS PRÓPRIOS 9 ÂNGULOS.

   A palavra WYRD é de Origem Nórdica e quer dizer DESTINO, no sentido do Krwi Céltico, e do Carma Indú, mas principalmente envolve a possibilidade de auteração pela força da espada, dentro do caso Nórdico, se houver honra SUFICIENTE ENVOLVIDA.

   Também ocorre há um tempo razoável dentro do Ocultismo e mais tempo ainda, dentro das muitas religiões monoteístas, uma fusão dos costumes dos povos antigos com as bobagens bíblicas.

   Assim sem saber exatamente como era o inferno, ao tomar conta pelo uso da espada e da força do território nórdico, absorveu o conceito tanto Celtico como Nórdico, mas principalmente Nórdico, da existência de um local para onde os mortos iriam e onde os desonrados seriam castigados.

   Assim o reino de Lady Hella, senhora da morte (que se veste da mesma forma roupas negras rosto cadavérico, juíza dos que morrem e está conectada ao culto de Hereshikgal entre os Sumérios, sendo na verdade a mesma deusa uma vez que foram os Guts citados acima, que engendraram este culto entre os Sumérios), tornou-se o inferno mas aquele que vem a Reinar neste Reino tournou-se o Senhor da Escuridão e Sombras, e veio a Ser o Senhor do mundo onde os desonrados são eternamente torturados, mas houve a junção com os Dragões de Nephelheim, que passaram a ser vistos como demônios menores chefiados pelo grande Demônio Sombrio, que foi chamado de SURTUR (como já foi demonstrado seu nome quer dizer "O Sombrio"), e passou a ser chamado de Satã, por fusão com o Shaitan (Grande Set), dos Yezids e Setianos Egípcios (isto sem citar que a constelação sagrada de SET é a MESMA DO CULTO NÓRDICO, a GRANDE URSA ONDE ESTÁ POLÁRIS, o que define a chave que anula as contradições), pois os Judeus saíram do Egito na época do monoteísmo de Akhenathon, e em tempos de grande influência da forma de pensar dos Adoradores do Sol e dos Ozirianos (assim o Dragão/Serpente Aphophis, inimigo de Rá, entrefundido com Set - sendo sua forma reptiliana na verdade, se entrefundiu com o Arimã de Zoroastro, e foi base para a serpente do paraíso da bíblia).

   Como já foi dito cançativamente, o trabalho do Satanismo e do Ocultismo sério, é a abdicação de todo e qualquer donceito bíblico e monoteísta, seja islamico, judaíco, e outros, e a busca das fontes passadas, sua junção, e seu desenvolvimento com o melhor do que temos no presente, o que define o que se chama de evolução.

   E analisando por está óptica, o que foi acima apresentado, teremos as bases para usar e aprender de forma racional e direta, e de maneira a ir além de qualquer limite ou forma de ser limitada, abrindo as portas de mistérios a muito separados e que unidos, tornam o ser passível de evolução o que Ele realmente é, ou seja, UM DEUS propriamente dito no sentido correto, restrito e poderoso que a palavra realmente expressa.

 

 


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