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siga a estrada de tijolos amarelos: Vampirismo Vampirismo Astral Manual Prático do Vampirismo Dos poderes Hipnóticos de um Vampiro Astral

Dos poderes Hipnóticos de um Vampiro Astral


Manual Prático do Vampirismo

Uma das maneiras mais comuns de um vampiro conseguir o controle absoluto de suas vítimas é através dos poderes da hipnose. Depois disso, aproveita-se da situação para manipula-la submetendo-a a todos os seus desejos sexuais, obrigando-a a lhe trazer novas vítimas para sugar a energia, e abrir-lhe portas sociais, etc. O processo que ele utiliza para hipnotizar é bastante simples: olha fixamente durante quarenta e cinco segundos dentro dos olhos da pessoa, de maneira que essa começa a se encantar com o brilho que emana de dentro de si. Essa fascinação é conseguida, pois o vampiro consegue ler dentro da pessoa seus mais secretos desejos, abrindo-se as suas proteções; a partir desse momento ele passa a controlar toda a sua vontade. Na verdade, a pessoa cai num profundo sono magnético no qual só tem olhos para a fonte que lhe irradia a magnetização. Mesmo quando acorda desse estado a pessoa é incapaz de lembrar-se de seus atos, a menos que o hipnotizador o deseje. Depois de acordada continua sob o domínio do vampiro, que num estalar de dedos a coloca novamente nesse estado. Por isso, é comum que muitas pessoas que já tiveram relações com vampiros não se lembrem de absolutamente nada, inclusive continuando a servi-lo sem notar as suas próprias atitudes.

No século XVIII um caso de vampirismo hipnótico foi descoberto pelas autoridades de Nancy na França. Um dentista dessa cidade, aproveitando-se dos seus conhecimentos hipnóticos, mando que uma adolescente de quatorze anos, que foi ao seu consultório acompanhada da mãe, sentasse na cadeira, e olhasse para trás. Depois, com algumas pressões nas suas zonas histerogêneas, fê-la dormir. Nesse estado abusou da menina, enquanto sua mãe a esperava inocentemente do outro lado da sala. Esta começou a notar mudanças no comportamento da filha que saía às escondidas todas as noites do seu quarto em completo estado de sonambulismo, indo encontrar-se com o dentista na casa dele, onde submetia-se a todo tipo de sodomismo sexual. Notando as terríveis marcas deixadas pelo corpo de sua filha, a mulher denunciou o fato à polícia que, seguindo a garota pelas ruas, encontrou no sótão da casa do dentista várias clientes que nesse estado realizavam entre si as mais grotescas praticas de coito, comendo-se vivas umas às outras, enquanto o vampiro gargalhava embriagado diante do diabólico bacanal. Preso e condenado à fogueira, pediu para que não lhe vendassem os olhos. Mesmo com o fogo crepitando a sua volta, o dentista buscava incessantemente o olhar das pessoas pedindo-lhes ajuda, e só não conseguiu seu intento, porque em bastante número os soldados que guardavam a execução conseguiram impedir que um sem número de mulheres enfrentassem o fogo para tentarem salvar a diabólica criatura.

Para nos protegermos desse tipo de hipnose, quando notamos que uma pessoa nos olha fixamente sem o menor movimento nas pálpebras e sentimos um calor crescente vindo das regiões erogêneas, devemos imediatamente desviar o olhar para que não sejamos lançados no fogo desconhecido dos fluidos do vampiro. Mas existem outras maneiras dele conseguir hipnotizar uma vítima. Uma das mais comuns é o falso brilhante que envia à pessoa requisitada. Ao abrir o embrulho o brilho estranho do seixo dilata a pupila da pessoa colocando-a imediatamente em transe. Normalmente esta pessoa sai à procura do vampiro para se oferecer a todas as práticas que o seu amo desejar, e se porventura alguém tentar afasta-la da pedra, adquire a força de mil demônios para investir contra o ladrão.

Conta-se que em Nápoles - nos meados do século XV - uma nobre donzela prometida ao filho de um rico mercador, recebeu de um desconhecido uma estranha pedra, semelhante a um diamante, que irradiava um brilho avermelhado. Colocando-a amarrada a um cordão de ouro em volta do pescoço, não havia quem a convencesse de tirá-la nem mesmo para banhar-se. Interpelada pelo seu noivo durante um jantar (sobre quem teria cometido tão ultrajante galhardia, tendo em vista, que todos na cidade sabiam a quem estava prometido os dotes da donzela), ela lhe disse que o presente vinha de alguém que possuía a força de mil homens no olhar, e toda a sabedoria do mundo nas suas palavras. Enciumado, o jovem mercador passou a vigiar a sua prometida, para com a espada vingar a sua honra ultrajada. Postando-se diante da janela da sua amada, numa noite seus olhos não puderam acreditar, quando ela parecendo um fantasma desceu da janela do quarto como se fosse uma gata e começou a caminhar pelas vielas escuras de Nápoles. Na espreita, com a espada em punho, ele a seguiu silenciosamente para encontrar com seu rival. Depois de atravessar a cidade a virtuosa donzela começou a penetrar na floresta, onde no meio de uma clareira havia uma fogueira. Um homem com o aspecto de um cigano a esperava. Desnudando-a, o desconhecido começou a lhe acariciar o corpo. A cada toque do homem o corpo da dama levitava no ar como que possuído por uma orça diabólica. Enlouquecido, o jovem investiu com sua espada em riste contra o rival, mas apenas conseguiu ferir o ar, enquanto o diabólico cigano gargalhava. Depois de muito lutar contra o nada, o jovem, em completo estado de desespero, acabou por se suicidar. No outro dia, foi encontrado seu corpo com uma espada enterrada no coração e o da donzela ao lado totalmente mutilado como se tivesse sido devorada por uma fera.


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