Ir para o conteúdo. |

  • A Empresa
  • Apoie
  • Contato
  • Seções:
siga a estrada de tijolos amarelos: Magia do Caos Rituais Caóticos O Rito de Tanatheros

O Rito de Tanatheros

O ritual de Tanatheros é um rito de natureza Lunar-Saturnino de Iluminação que consiste em uma declaração de intento seguida por três litanias, cada uma das quais seguida por um encantamento. O ritual pode ser falado em voz alta, por um ou mais participantes ou tocado através de gravação. Os outros participantes visualizam figuras durante cada litania. Durante cada invocação, os participantes começam a se hiperventilar e visualizar a aproximação e interação com as figuras, finalizando com vários gritos.

O ritual é normalmente realizado de pé, com os olhos fechados e as gesticulações podem ser feitas, se desejar. Os participantes são encorajados a chegar a níveis gnósticos de emoção liberada e a fazer ruídos espontâneos direcionados, particularmente, no culminar de cada invocação.  
 
As visualizações dos participantes e gritos são como segue:  
 
Eros: um Amante, real ou imaginário; Gemido Orgástico  
 
Thanatos: Esqueleto Paramentado com Foice; Grito de Morte-Terror  
 
Caos: Ambos os anteriores. Alguma combinação bizarra de ambos os anteriores, seguido por gargalhada extática.
 

O Ritual de Thanateros
 
 Declaração de Intento:
 
É nossa vontade experimentar
o Caos através da liberação ritual
do Sexo e da Morte.
 
 
Litania I :
Quando Eros move-se dentro de nós
Somos mais intensamente nós mesmos
Mas quando Eros finalmente apodera-se de nós
O eu é destruído, eclipsado
No orgasmo o eu é perdido
O Caos recorda-nos com uma brincadeira  
Que nós somos nada  
Sexo é a causa da Morte
Somos divididos por Amor ao Amor Que a vida possa existir
Por um preço que alguns acham temível
Você pensa em sobreviver à Morte?
Ha! A parte que isto pensa
Mal teve vida antes da Morte!
 
 
Invocação I :  
 
Venha portanto, Eros, nós te invocamos
Tu que nos criaste
Na conjunção caótica
Da roleta genética
Venha e nos crie novamente
E mata-nos mais uma vez!
Nossos amantes aproximam-se
Nossa respiração se acelera
Enquanto eles se acercam
Nossa respiração se acelera
Enquanto estamos abraçados
Nossa respiração se acelera
Pela vibração do toque
Nossa respiração se acelera
Nós começamos a ofegar
Estamos prontos para a entrega
Três, Dois ,Um, (grito de clímax)!  
 
Litania II :  
 
Quando contemplamos a Morte
Tememos a perda do eu
Ainda que quando A encaramos
Face a face
A intensidade do eu é esmagadora
Nesse momento, realmente vivemos
O Caos nos recorda com uma brincadeira
Que somos todas as coisas  
A Morte é o preço do Sexo
Estamos reunidos por amor ao amor
Que a vida possa se desenvolver
O benefício que aceitamos com alegria
Você pensa em reencarnar?
Ha! A parte que o fará
Ainda mal encarnou!  
 
Invocação II :  
 
Venha portanto, Thanatos, nós te invocamos Aceitamos tua oferta
Venha nos matar novamente
E cria-nos outra vez
Nosso nêmesis se aproxima
Crânio sorridente e foice levantada
Nossa respiração se acelera
Perto, está cada vez mais perto
Nossa respiração se acelera
A Morte nos encara frente a frente
Nossa respiração se acelera
Erguida a terrível foice
Começamos a ofegar
Quando ela baixar, morreremos
Três, Dois, Um (grito de terror da Morte)!  
 
Litania III :  
 
Quando o Caos move-se dentro de nós
Nos perguntamos quem somos
Mas quando somos o Caos
A bolha do eu é rompida
E explode em infinitude
Enquanto implode em si mesma
No Caos somos ambas as piadas
Zero é igual a Dois
E Dois é igual a Zero
O Nada é a causa da existência
A existência é o preço da Gargalhada
Gargalhada na criação
E Gargalhada na destruição
A Gargalhada é a recompensa da existência
Você pensa em alguma coisa?
Ha! Mais uma vez o Caos é motivo de brincadeira
E sua experiência do eu é sua preparação!
 
 
Invocação III:  
 
Venha portanto, Caos, nós te invocamos
Eros, Thanatos, venham, aproximem-se
Venham, Sexo e Morte
Belos e Terríveis
Nossa respiração se acelera
Enquanto duas figuras se acercam
Extraordinário amante, cadáver sorridente
Nossa respiração se acelera
Enquanto abraçamos nossos amantes
Nossa respiração se acelera
À visão da foice que se eleva
Nossa respiração se acelera
Lamentos escapam de nossas gargantas
Um brado começa a sair de nós
Enquanto a foice se apronta
E a paixão atinge seu ápice
Três, Dois, Um (grito de ?) !
(Seguido por gargalhada extática).

por Peter Carroll