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siga a estrada de tijolos amarelos: Satanismo Textos Satânicos Liberdade - A Ilusão

Liberdade - A Ilusão

liberdade2.jpgMuito já fora escrito e dito recentemente sobre o fim do comunismo e marxismo - particularmente no leste europeu e União Soviética. Entretanto, tais pontos de vista derivam de um mal-entendido da natureza do comunismo e marxismo.

O que mudou e o que provavelmente mudará em breve são as formas externas assumidas por aquelas doutrinas assim como os nomes aplicados para descreve-las. O que não mudou é a essência das próprias doutrinas. Sob diferentes formas e nomes, longe de sofrerem um fim elas foram de fato ressurgindo e estão prontas a triunfar não somente no "Ocidente" más também em todo o mundo.
Para entender e apreciar isto, é necessário considerar o que o marxismo, de fato, realmente significa. É, essencialmente, um esforço para se criar um certo tipo de sociedade - uma sem classe e igualitária. Sempre houveram diferentes pontos de vista sobre como isto poderia ser atingido: sobre quais formas (governos) poderiam ser usadas para atingir isto e sobre a natureza da luta necessária (guerra revolucionária ou outra forma). Além disto, houveram várias idéias sobre que tipo de economia é necessária para atingir tal sociedade e mante-la uma vez tendo sido alcançada. Todas estas diferenças são realmente irrelevantes - elas são meios, táticas, apenas. Entenda assim, a sociedade Soviética dos últimos setenta anos, por exemplo, foi um meio: e um que de forma considerável não foi bem sucedido. Más ainda há um desejo, tanto sobre pessoas ordinárias como sobre "governantes", para criar uma sociedade melhor - para se esforçar por objetivos que incorporam a essência do marxismo embora não com este nome. Os objetivos são descritos agora por termos como "socialismo" e "democracia". Em resumo, o ideal de uma forma de governo/tipo de estado e sociedade que vão mudar pessoas e o mundo para melhor, dar a eles um melhor meio de vida, ainda existe - esta mudança estando em volta de uma sociedade mais igualitária.

No "Ocidente" e no resto do mundo, este ideal ainda existe - e praticamente todos os governos e partidos políticos estão comprometidos com isto, embora frequentemente os termos usados são visivelmente diferentes, "democracia" e "consumismo" (e de ves em quando "capitalismo") são usados em seu lugar. O que é importante é que a luta seja a mesma de sempre - a aderência a um ideal é a mesma, e tudo o que em importantes aspectos representa este ideal, apesar dos diferentes termos usados, é o mesmo que representa o Marxismo. Palavras como 'democracia' e 'liberdade' tornaram-se palavras de poder possessas de um fervor quase religioso e descrevendo um quase religioso compromisso com os ideais e princípios que tais palavras representam. Além disto, estas palavras tem ficado entrelaçadas com formas governamentais e tipos de Estado: isto é, ser 'livre' e 'democrático' é viver numa sociedade com uma 'livre' e 'democrática' forma de governo - isto é, com eleições de um tipo parlamentar. O tamanho e extensão de tal Estado é considerado irrelevante, enquanto ele é uma mistura étnica e cultural. O que é importante é 'uma pessoa, um (livre) voto'.

A luta dos países 'democráticos' é em busca de mais 'democracia' e mais igualdade - em busca de uma melhor sociedade. É esta luta por um ideal, e o fato de que o ideal é visto em termos de uma 'sociedade' e suas formas de poder como os governos, assim como no objetivo de igualdade e 'associação' que existe esta similaridade essencial entre Marxismo e 'democracia'.

Para deixar isto mais claro, 'democracia' como um ideal e um meio será considerado. Uma sociedade democrática em sua teoria de uma sociedade 'livre': uma que representa os direitos do indivíduo. Nas sociedades democráticas do Ocideante, por exemplo, isto é verdade - de certa forma: isto é, providenciando que alguém não suporte a visão contrário ao 'aceitável'. Aqueles que o fazem - e que agitam contra o Estado - estão sujeitos à severas penalidades: perda de liberdade, discriminação, intimidação e por aí vai. O que, então, é 'aceitável'? É fundamentalmente uma crença em doutrinas de igualdade e multi-culturalismo - aliados à idéia do 'uma pessoa, um voto' e a aceitação de que a sociedade é governada por tais quantias de políticos profissionais as quais qualificações para o ofício sempre inclui serem 'respeitáveis' e adequados à certas fraquezas de caráter. A preocupante minoria nestas sociedades que não apóiam tais opiniões tem leis criadas contra eles - leis que não somente impedem livre expressão em certos assuntos (como raça) más que também preservam o 'status quo', tornando difícil para verdadeiros revolucionários para conseguir apoio das massas e assim lutar por poder (alguém pensa em atos de 'Ordem Pública' aqui, que proíbem proteger alguns congressos e demonstrações da violência de seus oponentes). Em resumo, aqueles que apóiam estas idéias de igualdade, 'democracia' e assim por diante, tem no poder a sua fortaleza - e estas idéias são ensinadas sem remorso pelo Estado: as pessoas são 'educadas' nelas, desde seu nascimento. A 'liberdade' de tal sociedade significa a liberdade para acreditar nestas idéias, e nestas idéias apenas: não há verdadeira divergência. Um caso clássico preocupa certos fatos da história - é ilegal em alguns destes Estados 'livres' (e herético em todos eles) discutir o fato de que milhões de Judeus foram exterminados durante a Segunda Guerra Mundial. Um herege que dá voz à dúvidas sobre a versão 'oficial' dos eventos é aprisionado, multado, sujeito à ataque físico - e privado de seu emprego se ele trabalha para algum órgão governamental ou em qualquer escritório.

Em resumo, não há verdadeira liberdade de nenhuma maneira - apenas um auto-perpetuado sistema de servidão para um conjunto de idéias, estas idéias tendo pouco a ver, apesar de seus nomes, com verdadeira democracia e verdadeira liberdade. Estas idéias são essencialmente Marxistas na realidade, embora elas são variavelmente descritas como socialista, liberal, igualitária e democrática.

O que, então, é democracia de verdade? Primeiro, democracia não é um tipo particular de governo ou sistema de voto: é sim uma expressão exterior de liberdade entre uma comunidade que partilha de uma mesma cultura e assim aspirações (ou uma visão instintiva do mundo ou 'senso de Destino'). Uma de suas características é a pequenez - isto significa conhecimento pessoal dos outros. Outra, é que realmente personifica a 'vontade' ou espírito de comunidade. Isto é, democracia é apenas realmente democracia quando é tribal ou comunal (por exemplo, como um debate público Anglo-Saxão) - quando é local. Além disto, ela se torna completamente outra coisa - um tipo de oligarquia. Em todos os Estados modernos, o sistema 'democrático' é impersonal e abstrato, tratando no geral com questões abstratas e irrelevantes - numa democracia genuína, um Representante do povo conhecerá a maioria deste povo pessoalmente: suas preocupações, suas vidas e por aí vai. 'Democracia' moderna desumaniza o indivíduo assim como trata de abstrações políticas que são impostas no povo.
Adiante, e talvez mais importante, as pessoas ou povo as quais visões e aspirações são dadas livre expressão devem ser homogêneas - isto é, possuídas de uma raiz comum e assim herança. Isto significa que basicamente a maioria deles possuírão os mesmos instintos, educarão os mesmos ideais e esperanças - o mesmo 'ethos', aquilo que está em seu sangue. Quando não é assim, não hã verdadeira democracia, desde que, fundamentalmente, democracia implica esta realidade, este tratamento com o que está incorporado no termo 'ethos', esta preocupação com o que é fundamental (alguém poderia dizer espiritual) , preocupações de viver além e acima do puramente material e puramente abstrato.

Expressado de outra forma, genuína democracia é vivência - uma expressão da 'alma' de um povo, enquanto que democracia fingida (o tipo evidente hoje em dia) trata com abstrações e é morta, intelectual, seca, árida. E só pode ser viva quando as pessoas ou povo são uma comunidade genuína - isto é, ligado por laços de sangue, por raça. Bens materiais não são a essência da liberdade - realizar o potencial de um ser (e assim realizar o potencial de um próprio povo) é. Democracia, do tipo genuíno, é o caminho que possibilita isto. Todo o resto é uma negação deste potencial - um potencial que cresce porque o indivíduo não é uma entidade isolada, más parte de um povo: parte do passado que fez aquele indivíduo possível e parte do futuro.

Nós, como indivíduos, somos apenas totalmente humanos quando nós realizamos e entendemos e aceitamos como nós, como indivíduos, relatamos ao que é passado e o que pode se erguer no futuro - quando nós somos despertos de nosso lugar no 'cenário das coisas'. Ou, expressado de outra forma, como nós relatamos à Natureza e o que está além da Natureza (os deuses). Este conhecimento fornece perspectiva e sentido às nossas vidas, e é tal conhecimento - uma expressão do fato que nós somos seres pensantes - que é a essência da nossa humanidade. Pois ser humano não significa aderir à um certo conjunto de valores ou agir em certos caminhos morais. Significa sim um entendimento (se apenas intuitivo) do que a vida realmente significa, do que é realmente importante.

No senso mais óbvio, este 'relacionamento' é para nossa família imediata - nossos parentes. Para a maioria, o que é realmente importante é a família, particularmente nossas crianças. Elas são nossa semente, e a semente para plantar futuras gerações, da mesma forma que nós somos as plantas crescidas da semente de nossos ancestrais. Assim, nós não estamos isolados, más somos parte de uma evolução - uma conexão entre o passado e o futuro, parte do potencial daquele futuro. Nós nos tornamos totalmente humanos, como contra o egoísmo, quando nós apreciamos isto e ajudamos a realização deste potencial. Nós não nascemos por acaso, em isolamento - más encarnamos as esperanças e aspirações de nossos ancestrais e a herança que eles representaram e por sua completa existência preservada. Além disto, nós e nossos próprios descendentes - ou nossas proezas, ou ambos - extendem esta herança, tomando a evolução em busca de altas esferas, assim cumprindo o propósito da vida.

A família é dita ser uma das primeiras e importantes adaptações da evolução humana. Sua extensão, a comunidade do povo, ligada por laços de sangue, tradição, uma herança comum e história, foi o próximo estágio em estabelecer nossa natureza humana. Toda vida aspira não apenas a propagar a si própria más também a aperfeiçoar a si própria por adaptação e expansão - isto é, ela se propaga não apenas para frente, más para cima, em torno de altas formas. A comunidade do povo, como uma adaptação bem sucedida, resulta nisso porque os indivíduos dentro dela aceitam isto (novamente, muitas vezes apenas instintivamente) como uma expressão natural da e extensão para, suas próprias vidas - como algo necessário, algo que assegura seus futuros. Esta adaptação - que despertou uma forma elevada de vivência, uma cultura contra o barbarismo - foi alimentada ao mesmo tempo por uma ciência, um espírito, um senso de propósito e de pertencer. Gradualmente, isto se tornou mais consciente, foi feito mais desperto - espírito é fundalmente oposto à preocupações egoístas, materiais e abstratas: ele enche o indivíduo com um senso de propósito, com uma realização de seu lugar no plano das coisas. É um 'pensar com o sangue' como oposição à árida, intelectualizada especulação - e relata para o que é real, para a própria vida, e não para construtos abstratos. É também um reconhecimento de balanço - de como o indivíduo combina não apenas no passado e futuro, más também nestas forças (chame-as Natureza ou os deuses) que agem sobre e de fato criam toda a vida.
Há uma falta de balanço, e assim uma disrupção do senso de pertencer e de propósito, quando a comunidade ou povo não é homogêneo. O indivíduo então se sente crescentemente 'perdido', sem direção, arrastado. Esta vitalidade e alegria que é auxiliar natural para pensar com o sangue e viver como parte de uma vital e expandida comunidade, é perdida. Em resumo, o verdadeiro ou real sentido da vida, e assim da liberdade, foi perdido - resposto por aspirações egoístas, ou preocupações materiais. Estas preocupações materiais são frequentemente abstratas - igualitárias ou liberais. Isto é, elas se preocupam não com a realidade e os processos da Natureza, más com abstrações que são irreais - uma redução geral, ao invés de uma propagação para cima.

Verdadeira liberdade significa uma participação na evolução - uma realização de um potencial, de uma própria vida assim como a de seus ancestrais e de seus próprios descendentes. Ela requere genuína democracia - a realização do espírito ou ethos de uma comunidade que é ligada por laços de sangue (e de cujos membros assim repartem de mesmas aspirações). Isto significa uma certa forma de vivência - em acordo com o ethos daquele povo, uma participação na evolução através da extensão daquela comunidade, a propagação dos indivíduos dentro dela, sua herança e cultura, e a criação de altas formas naqueles indivíduos e sua cultura.

'Liberdade' moderna e 'democracia' moderna são ilusões - elas são formas sem vida, abstratas em natureza, que despersonalizam. Elas representam a arrogante presunção de um árido intelectualismo que acredita que abstrações são mais importante que a realidade - elas, e toda afronta semelhante à Natureza e aos deuses. Elas não possuem realidade, más são construtos vazios feito de sonhos. Toda a vida é sujeita à Natureza, à realidade dos deuses - aqueles que acreditam que nós humanos somos de alguma forma imunes são, na melhor das hipóteses, imaturos, e no pior caso, em vão arrogantes. Para aspirar por um ideal abstrato, como todos os proponentes da falsa democracia e falsa liberdade o fazem, é aspirar contra a Natureza e o balanço que os deuses representam. Tal aspiração, como os escritores gregos de Tragédias tão bem entendem, é destinada ao fracasso e maldita.

Tal aspiração está crescendo, ajudada pela falta de entendimento do que verdadeira liberdade e real democracia significam. Há um aumento de desilusão, assim como há um aumento de tirânia de idéias abstratas. Verdadeira liberdade e real democracia significam uma revolução em nossas formas de pensar e em nossas formas modernas de política - um afastamento das abstrações em torno da realidade do povo e um retorno ao 'pensar com o sangue'. O que é requerido é um giro em volta da realidade da Natureza e dos deuses que a comunidade do povo expressa - e isto é um giro em torno do que é importante sobre a própria vida. Haverá então uma continuação do processo de nossa evolução ao invés da negação de tal evolução que a abstração e a aspiração por sonhos irreais representam.

Esta revolução é o Nacional-Socialismo, pois Nacional-Socialismo é este balanço, esta preocupação com a realidade da vida, expressando esta essência de verdadeira liberdade e real democracia, apesar disto pouco ser entendido nestes tempos de tirânia. Más a propaganda e as mentiras destes tiranos não podem destruir o Nacional-Socialismo, pois haverá sempre aqueles que sabem eentendem o que ele realmente representa e significa, contra o que a maioria foi levada a acreditar que representa e significa. De todos os caminhos, apenas o Nacional-Socialismo representa genuína liberdade e genuína democracia - espírito, um pensar com o sangue, uma evolução em torno de altas formas.

- Ordem dos Nove Ângulos -

Traduzido por Fabius Maximus Sanguinus