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siga a estrada de tijolos amarelos: Satanismo Textos Satânicos O Rito dos Nove Ângulos – Notas Adicionais

O Rito dos Nove Ângulos – Notas Adicionais

Tradução por Diabolus Shugara

Revisado em 124yf

 

O Rito dos Nove Ângulos é um dos principais meios por onde o poder das dimensões acausais pode ser trazido para essa Terra – isto é, dentro de nosso mundo causal. Simbolicamente, isso significa em um sentido, trazer ‘para baixo’ os poderes das Trevas. O rito ‘ctônico’ compreende esse movimento ‘para baixo’ – uma alteração do causal pelo acausal, ou simbolicamente, trazendo de volta os ‘Deuses Sombrios’. Nós dizemos ‘Deuses Sombrios’ porque essa é a percepção dessas energias por aqueles que não passaram pelo ordálio de Passagem pelo Abismo – por isso o simbolismo, por exemplo, dos Caminhos da Arvore de Wyrd.

 

O rito ‘natural’ pode ser dito ser uma exploração ‘para cima’ pelos participantes do acausal: uma expansão de suas consciências. Essa forma natural, de acordo com a falada e secreta Tradição Sombria deve ser feito por aqueles que passaram pelo rito de Adepto Interno: eles são assim ‘individualizados’. Eles são assim, e em conseqüência, possuídos de uma ‘auto-imagem’, uma percepção além do ‘ego’ puro: consciente do ‘escondido’ mundo oculto e suas energias, para descrever somente um aspecto. Esses individualizados – ou Sacerdote e Sacerdotisa – vem a se unir no “medium do coniunctio” para usar a imagem alquímica apropriada. Isso é “azoth”, a segunda ou água viva (algumas vezes chamada a água metálica homogênea). O que significa é que a união desses dois (através do médium do rito e a união sexual que é parte do rito) é esse “azoth” porque a Sacerdotisa é um Portal para o acausal. O cristal aumenta e direciona a energia. (Talvez seja notado que o rito do Abismo dá esse poder – de ser um Portal – para aqueles que têm sucesso em sua passagem).

 

De acordo com a lenda o modo mais potente para ‘abrir um Portal’ (e assim trazer o poder do universo acausal/retorno dos Deuses sombrios) é localizar uma caverna subterrânea (as rochas contendo quantidade apreciáveis de quartzo) perto de água e nessa locação conduzir o ctônico rito dos Nove Ângulos usando um tetraedro de quartzo ou bi-tetraedro de tamanho apreciável.

 

Dabih é uma estrela na constelação de Capricórnio de onde, de acordo com a lenda, os Deuses Sombrios vieram antes visitar a Terra. Foi perto dessa estrela que sua intrusão em nosso universo causal foi primeiramente noticiada pelo que a lenda chama de ‘Sirianos’ que por suas próprias razões tentaram banir os Deuses Sombrios.

 

Azif é o nome de uma estrela que também é importante no ctônico rito dos Nove Ângulos. Ela é perto da região no espaço onde o centro magicko do Novo Aeon existe: esse centro é um ‘Portal’, um ponto de entrada de outras dimensões. O nome é também uma representação do tipo de vibração requerida para ativar o tetraedro no rito ctônico.

 

Seqüências:

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O sigilo acima é formado pela conexão das sete esferas da Arvore de Wyrd com os dois ‘Portais’, ‘Portal do Homem’ e ‘Portal Estrela’ – assim os Nove Ângulos. O sigilo dá o modelo de ‘caminho’ quando o ritual de canto é empreendido (qv. Naos) mas também os caminhos apropriados para aqueles rituais que ‘abrem os Portais’. Para detalhes adicionais a respeito do uso magicko da seqüência dos caminhos veja “Os Nove Ângulos e o Portal Sombrio’ em Hóstia Vol. I.

 

Portal Sombrio: Portal Terra – Marte – Portal Estrela – Lua – Sol – Saturno – Portal do Homem – Vênus – Portal Sombrio

 

Porta Terra: Portal Sombrio – Vênus – Portal do Homem – Saturno – Sol – Lua – Portal Estrela – Marte – Portal Terra

 

Portal do Homem: Portal Estrela – Saturno – Portal Sombrio – Marte – Sol – Vênus – Júpiter – Lua – Portal do Homem

 

Portal Estrela: Portal do Homem – Lua, etc.

 

(Para a seqüência acabar com uma abertura de um portal ‘Saturniano’ o procedimento é o mesmo como acima – como é para outras esferas.)

 

 

 

Nove Ângulos e Dança:

 

Essa é uma área a qual merece experimentação e o que segue é apresentado somente como um guia/sugestão. O ponto importante é que a dança, como uma forma, prosperamente representa os Nove Ângulos, canalizando efetivamente as energias magickas desejadas. Em outras palavras, a dança deve ser entendida como sendo uma forma que alcança alguma coisa além dela própria – um meio somente, para permitir a abertura de um Portal.

 

Participantes consistem de dez dançarinos e nove músicos. A locação ideal deve ser um topo de colina que encontra as condições requeridas para o Rito dos Nove Ângulos (qv. Livro Negro de Satan III). Tempo irá variar de acordo com a natureza do Portal a ser aberto – ie. para trabalhos sombrios/destrutivos, o tempo deve ser pôr-do-sol na lua nova; para trabalho construtivo, amanhecer na lua cheia.

 

O rito é iniciado por todos vibrando três vezes ‘Agios o Atazoth’ (para trabalhos sombrios), ou ‘Agios o Baphomet’ (para outros trabalhos). Seguindo isso, as sete esferas podem ser incensadas pelo ‘décimo’ dançarino/chefe celebrante, caminhando o caminho do sigilo Septenario como descrito em ‘Naos’). Essa pessoa é seguida pelos outros nove dançarinos, cada um representando uma esfera ou Portal, e gradualmente que posição nos pontos apropriados.

(O grupo deve ser de sexo misto, cada um de acordo com seu sexo representando os elementos arquétipos – ie. masculino – Marte; feminino – Júpiter, etc.) Se o rito é designado para acabar em um ‘Portal Terra’, e assim invokar energias ‘Baphometicas’, então o arranjo deve ser como segue:

 

null1: Portal Sombrio (Mercúrio)

2: Vênus

3: Portal do Homem

4: Saturno

5: Sol

6: Lua

7: Portal Estrela

8: Marte

9: Portal Terra (Júpiter)

 

 

 

 

Para esse arranjo, o chefe celebrante deve ser feminino. Durante o incensamento, o chefe celebrante canta a) ‘Aperiatur et germinet Atazoth’ (para trabalhos sombrios), ou b) ‘Ad Gaia qui laetificat juventutem meam’ (para outros trabalhos).

 

A musicka deve ser cuidadosamente arranjada de antemão – cada parte dos nove deve expressar as qualidades da esfera ou portal, e ainda deve manter a uniformidade de ritmo quando vem a todas as partes estando a cantar juntos. Esse ritmo, ou dança, é para os musickos arranjarem ainda que a forma conhecida como ‘Zar’ é ideal. A instrumentação talvez seja toda percussiva, ou uma mistura de percussão e outros instrumentos (acústicos), tal como flauta de madeira, crumhorn*, charamela, etc.

Cada dançarino nos pontos do sigilo Septenario, deve quando chega sua vez, visualizar e manter por todo o resto da dança, seu relevante sigilo:

 

Portal Sombrio       -     null

Vênus                     -     null

Portal do Homem   -     null

 

Saturno                   -    null

Sol                          -     null

 

Lua                         -    null

Portal Estrela         -    null

Marte                     -    null

Portal Terra           -   null

 

 

A dança começa com o chefe celebrante circulando o grupo no modo-lua, e então começa a dançar com cada dançarino em cada ponto. Então, para ‘Portal Terra’, o primeiro ponto seria ‘Portal Sombrio’, o dançarino sendo acompanhado pelo primeiro tema musickal. O chefe celebrante, quando o tempo é certo, move-se daquele ponto – a dança continua no ‘Portal Sombrio’ – para Vênus, e então em frente até todos estarem dançando e todos musickos tocando. A coreografia de cada dança é conforme os participantes – cada uma talvez seja totalmente única, ou segue a uniformidade para os outros; qualquer que seja, cada dança deve expressar, dentro das mentes daqueles dançando, as qualidades relevantes: cada dançarino deve tornar-se um ‘portal’ através dos quais as energias são soltas.

Quando o ‘Portal Terra’ é alcançado, ambos dançarinos quebram o sigilo de grupo, e dançam com cada outro, circulando o grupo – visualizando null

 

Gradualmente, os outros dançarinos quebram e seguem a dança circular liderada pelo chefe celebrante. O rito acaba em um ponto mutuamente determinado, sinalizado pela dança e/ou a musicka, e as energias são permitidas se espalhar como elas desejarem – ou são direcionadas para um ponto apropriado (isso requer o uso de um cristal de quartzo e a performance de certos cantos).

 

O rito seria um prelúdio ideal para a performance da forma ctônica do rito dos Nove Ângulos e/ou ‘A Cerimônia da Revocação’ em qualquer de suas três formas.

 

A dança poderia também ser imaginada como uma performance publica, onde a meta seria sutilmente infectar a audiência com energias sinistras. Para isso, certas modificações poderiam ser feitas para criar um sentido maior de performance artísticas; os aspectos claramente esotéricos – tal como cantos preliminares e incensamento - poderiam ser empreendidos anterior a chegada da audiência. Vestuário poderia ser acrescentado pela vestimenta de cores planetárias apropriadas – ie. Marte – azul e vermelho; Vênus – verde e branco, e outras. O uso de mascaras criaria também o efeito desejado – qualquer que seja escolhida, a meta é, exotéricamente, produzir um trabalho de Arte, um que inspira, conseqüentemente permitindo os escondidos, ou esotéricos aspectos serem aterrados.

 

 

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Ordem dos Nove Ângulos

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