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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Maçonaria Eu Sou Tubal Caim

Eu Sou Tubal Caim


Eu sou Tubal Caim, filho de Lamech e Zillah, irmão de Jabal, Jubal, e Naamah. Nós fundamos o começo de todas as ciências no mundo.
Jabal, meu irmão, a ciência da geometria, e o primeiro a construir casas de pedra e madeira.
Jubal, meu irmão, a ciência da música, canções cantadas, música da harpa e órgão, e a composição.
Naamah, minha irmã, fundou a arte e a ciência de tecer.
E eu fundei a arte e ciência da forjaria do ouro, prata, cobre, ferro e do aço.
Eu excedi todos os homens na força e era um guerreiro.
Eu também era conhecido como crisor e trabalhador do fogo.
Meu nome significa maçons trabalhando em busca da verdade .

 

O pai de Tubal Caim é Lamech (que foi, também pai de Noé), filho de Metuchael, filho de Menchael, filho de Irade, filho de Enoque, Filho de Caím. São, portanto sete gerações.

Mas quem é o pai de Caím, ancestral de nosso Hiram?

Eis aqui uma informação que fará tremer muitos francos-maçons cândidos, para os quais Hiram é uma espécie de Cristo: "Por filhos de Elohim designa a escritura os filhos de Caim. Pois quando Samael (Espirito Lucífero) coabitou com Eva, comunicou-lhe sua corrupção, da qual tornou-se grávida. Foi então que ela pariu Caím, cujo o rosto era completamente diferente dos outros homens, e todos que descenderam de sua estirpe foram chamados filhos Heloim (ZOHAR, I-37 a). Assim, Tubal Caim constitui a sétima geração nascida de Samael e Eva. Trata-se, portanto, de um filho adúltero. Assim, Hiram, por seu pai Ur, descendente de Tubal Caim e, por ele, em linha reta, de Caím e de Samael.

Um Conto de Tubal Caim

Tubal-Caim, árduo trabalhador, trabalhava duro na sua forjaria quando um guerreiro entrou pela porta. Nesta época, a sétima geração dos descendentes de Adão, a guerra então, não tinha sido aperfeiçoada. Pensava-se que o primeiro combate, entre Caim e Abel, tinha sido tão horroroso que uma guerra nunca aconteceria novamente. Mas Seth-Abel era um inovador...

— No que você está trabalhando? Ele perguntou.

O ferreiro virou o objeto na sua forja e respondeu isto é uma picareta.

— Será que você poderia me fazer uma dessa, só que mais comprida, reta, sem o buraco no meio, e um dos lados afiado?

— Claro que eu posso.

Tubal-Caim ergueu uma barra de metal ardente da forja.

— Este comprimento está bom?

— Sim, mas eu prefiro mais fino... Como uma cunha...E, por favor... Ponha um cabo na ponta, com um pequeno flange de metal entre o cabo e a picareta. Amavelmente, Tubal-Caim pos a barra de bronze contra a sua bigorna e com o martelo e o cinzel cortou o metal em excesso. Então ele martelou a barra novamente, e pos de volta na forja.

— Colheita estranha essa que você está planejando. Observou.

— Sim, e enrubesceu.

O guerreiro apanhou a toa uma barra de metal cinzento.

— O que é isto?

— Zinco, é o que dá para o bronze a sua dureza. O cobre dá a cor, mas o zinco é que dá a resistência.

— É a resistência que me importa...Resistência e a habilidade para manter o fio. — Seu pai é que lhe ensinou como misturar os metais?

— Não, isto é minha própria invenção.

— Você o único é que sabe fazer o metal, então?

— Eu e os meus filhos.

— Assim se morrerem vocês três, não haverá ninguém que poderia fazer mais algumas ferramentas de metal?

— Por que? isso é que é um pensamento estranho! Acho que isso seja verdade. O guerreiro gargalhou.

— Está Bem, eu volto amanhã, então. — Tenha certeza que seus meninos estarão aqui. Faz muito tempo que não os vejo.

Ele partiu. Tubal-Caim pensou durante algum tempo. Ele não gostou da direção das idéias dele, mas ele as seguiu para onde elas iam. Então pôs mais duas barras de bronze na forja. Quando as picaretas estavam terminadas, ele as estudou cuidadosamente. Elas pareciam perigosas. Ele achou que elas não romperiam muita terra, mas elas poderiam ser boas para outros fins. No dia seguinte ele chamou os seus dois filhos, e deu a cada um instrumento de metal. Eram ambos, bons e fortes rapazes.

— Escondam-se no quarto de trás. ele disse.

— Vejam pela fresta e não façam nenhum barulho.

Desconfiado, o filho primogênito disse:

— Do que você suspeita, Pai?

— Eu não sei como se chama isto mas...é muita loucura.

— Agora vão.

Os filhos dele fizeram como ele ordenara. Tubal-Caim voltou à sua forja, e para os seus pensamentos. Se ele estivesse errado, tudo estaria bem. Se estiver certo, então ele morreria, mas não os seus filhos. Eles eram fortes e inteligentes. Eles saberiam o que fazer. Duas mortes seria uma coisa terrível. chocante, mas nada tão brutal como três. Ele esperava estar errado.Ele tinha a esperança de que se ele tivesse razão, esta coisa poderia terminar por aqui e agora.

Então o guerreiro entrou, assobiando.