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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Textos Conspiracionais Nazi-Esoterismo: crenças e Magia no Reich de Hitler Mitos neo-nazistas pós modernos

Mitos neo-nazistas pós modernos

A Base 103: Götzen conta a história da secretíssima Base 103 e do mais secretíssimo ainda Conselho multirracial e multinacional que controla os bastidores da cena mundial. A Base 103 era um amplo complexo subterrâneo dotado de todas as comodidades da vida prática e equipado com a tecnologia mais avançada do mundo. Os suprimentos eram fornecidos, principalmente, por beneméritos norte-americanos que representavam uma força de oposição dentro do próprio Terceiro Reich; uma força identificada pelo número 666.

Algumas pessoas no mundo compartilham deste segredo e dos interesses em jogo. Estas pessoas representam interesses internacionais e, em uma conferência no grande salão-templo da Base 103, reuniram-se emissários de vários países: Tibete [um Lama], Japão, China, América do Norte, Índia, Etiópia, países Árabes, notadamente persas [iranianos], Brasil, Venezuela, Tailândia e México. [W. Landig retrata uma cena pitoresca ressaltando que esses representantes vestiam-se segundo os costumes nacionais e muitos falaram na ocasião identificando seus ideais nacionalistas com as aspirações da Sociedade Thule-Vril.
 
Estes emissários, que se reuniram no começo do ano de 1945, conseguiram a proeza de chegar ao Ártico sem levantar qualquer estardalhaço. Eles viajaram em aeronaves V7: com decolagem vertical, essas naves eram esféricas e dotadas de domo transparente, envolta por um anel rotativo de dotado de turbinas.  Os estudiosos acreditam que uns poucos protótipos das V-7 tenham sido construídas em fábricas secretas na Alemanha e na atual República Tcheca.Neste ponto, o autor de Götzen Gegen Thule avisa que a teoria e o relato expostos, não são, necessariamente, de todo, uma fantasia.

Conexão alienígena:  A neo-mitologia neo-nazista, incorpora, portanto os signos e os relatos da Ufologia. Muitos acreditam que antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial, os alemães fizeram contato... Sim, contato com alienígenas que lhes concederam conhecimento científico-tecnológico para fabricar os V7 e outras aeronaves.
 
Todavia, estes veículos não se destinavam a serem usados na Guerra. Com a derrota do Terceiro Reich, os alemães perderam a gerência do que poderia ser um Projeto UFO. A  Base 103 passou a ser uma instituição independente, sem compromisso específico com a Alemanha. O símbolo dessa nova fase do grupo que se reuniu na Base 103 no pós-guerra passou a ser, não mais a suástica mas, o Sol Negro.
 
Ao contrário da orientação e crença teórica da Ahnenerbe, [na ficção de Landig] esse elite ultra-secreta inclinava-se pela idéia de que Thule, a morada dos Mestres do Mundo, não estava no Tibete ou em qualquer ponto do Oriente; mas no Norte, no Pólo Norte. Segundo Landig, os Hiperbóreos eram seres Uraniano! No sentido cósmico, do planeta Urano e no sentido esotérico, seguidores de Urano, Senhor da Ordem Cósmica e Mundial e do Paraíso Primordial da Raça Aryana.
 
Eis o mito: tal como na lenda grega, a autoridade Urano [o Céu] foi usurpada violentamente por seu filho Saturno [o Tempo]. Em seu reinado, quando era habitado pelos Atlantes, Saturno, conduzindo os Homens a alcançar uma auto-consciência centrada e obcecada no Estado Egóigo, aos poucos, transformou aquela Humanidade, antes feliz e harmônica, em uma horda de almas envenenadas pela ganância, orgulho, inveja, vaidade e outras paixões doentias. E assim, pela revolta convulsa da Terra [Gaia Gea] com a corrupção de seus hóspedes, foi destruído o reino Atlante de Saturno pelas força geológica de catástrofes naturais. De tais desastres resultou a mudança do clima global. A Ilha de Thule cobriu-se de gelo e os Atlantes nórdicos viram-se obrigados a migrar rumo ao sul. Nesta jornada, dispersaram-se entre Europa, Pérsia [Irã], Índia e ainda além, tentando reencontrar seu Paraíso perdido em outro lugar.
 
 [Note-se que as fontes mais confiáveis sobre a lendária Atlântida, como Platão, apontam Netuno/Poseidon [e/ou outras figuras mitológicas relacionadas ao domínio dos oceanos] como divindade-mitológico-fundador do Reino Atlante, herdado por seus dez filhos e liderado pelo primogênito, Atlas. Como sempre e como diria Blavatsky, o problema do ocultismo é separar o joio exotérico, o popular, o conhecimento de salão passa tempo dos dândis das Ciências Ocultas Acadêmicas, eruditas, genuinamente Esotéricas. O Misticismo nazista esta repleto de enganos, arranjos, colagens e adaptações a fim de colocar doutrinas respeitáveis à serviço de ideologias psicóticas].
 
Nessa particular mitologia neo-nazi, enquanto Urano e Saturno parecem ter personificado forças ou acontecimentos cuja influência se limita a essa Terra, o Panteão de Tule, atualmente, é submisso ao Deus-Pai [Father God], um Espírito do Universo que transcende Espaço e Tempo. Sendo essencialmente o Um enquanto não-manifestado, torna manifesto primariamente no Ser do Deus-Filho [a primeira emanação, o Torvelinho, Verbo, Fohat]. O Filho revela o Pai. Esse filho, ainda não é uma divindade pessoal, mas é a Lei dos Cosmos, a Ordem Natural. Em tempos antigos, essa ordem cósmica foi percebida, principalmente, pela observação do curso do Sol e seus ciclos, diário e anual. O Sol foi, possivelmente, o primeiro signo representativo da Divindade manifestada: o Sun of God era também o Son of God.

Apolo, assimilado pelos Gregos, é apenas um dos nomes [o nome Hiperbóreo] que culturas antigas adotaram para identificar este Filho de Deus; outro nome é Mitra entre tantos. Essa Thule Polar não professa supremacia racial. Acreditam em um "centro esotérico [oculto] mundial ou quartéis generais de forças eticamente positivas. Esta é verdadeira Última Thule, não apenas a Thule dos povos Aryanos, mas de todo o mundo. Poucos conhecem sua localização, mas não é longe, em termos globais, da Base Polar ou Ponto 103. Grupos de todo o mundo estão em comunicação com a Última Thule através de telepatia.

Manisolas: Este Centro Supremo pouco se expõe porém, alguns sinais são inevitáveis; como o fenômeno chamado Manisolas, percebido desde os tempos arcaicos com um temor religioso. Trata-se de um tipo de objeto voador completamente diferente das naves alemãs. As Manisolas são bio-máquinas [biônicas]; elas vivem! Reproduzem-se, morrem em um ciclo de vida dividido em sete períodos.
 
No primeiro ciclo, são pura luz; depois, cristalizam-se em uma forma metálica contendo alto teor de zinco. Esta é a forma fêmea materializada. Desta e nesta, desenvolve-se a forma masculina, o elemento fálico, que estabelece, então, o equilíbrio andrógino do Ser. Começa, então, um processo de sucessivas regenerações e, no indivíduo andrógino, é gerado um núcleo e, nele, o zigoto de um novo Manisola, que ali se desenvolve, como em um útero. W. Landig descreve:
 
[O zigoto amadurece e é] ... expelido do núcleo materno como um novo círculo energético luminoso; é um nascimento técnico. O novo círculo experimentará as mesmas sete etapas. Enquanto isso, o material ciber-orgânico que formou o útero materno [do Manisola andrógino-origem] também é expelido e aglutina-se em si mesmo na forma de uma esfera uniforme.
 
Durante o dia, essas esferas mostram-se extremamente brilhantes, em tons de dourado e prateado; emitem um vapor rosado que se condensa formando um rastro branco-acinzentado. À noite, os discos brilham ainda mais incandescentes, em flamas que brotam de suas superfícies faiscando centelhas. São bolas de fogo! vermelhas e azuis. Sua reação diante de seres hostis e ameaças potenciais é extraordinária, as esferas são precisas como um ser racional excedendo qualquer controle exógeno por meio eletrônico, como controle por radio[ ou controle remoto de qualquer tipo].
 
Em todas as regiões do mundo e épocas da História os Manisolas [soles de Manu ou Mani] são avistados no céu e reconhecidos como manifestações da Força Branca, sinais de uma nova Era [seria a Era de Aquário mas a verdade é que os profetas da Era de Aquário, hoje, ou já abotoaram o paletó de madeira ou estão usando andador. Fiquemos, então, com uma Nova Era... só.]
 
Cada povo tem sua própria mitologia associada a estes orbes luminosos [Mani-soles]. Para os Cátaros da Idade Média [admirados por Heinrich Himmler], os Mani-soles estão relacionados com o Santo Graal [por sua natureza intermediária semelhante: Ser um objeto físico e, ao mesmo tempo, Ser psicológico e Potência espiritual].
 
O Conflito Aryo-judeu: Naturalmente, como todo em mito, existe um conflito, facções oponentes; os Brancos Thulistas têm sua sombra e esta sombra chama-se Israel. A rivalidade remonta épocas pré-históricas. Entre derrotas e glórias de ambos os lados, houve tempo em que, apesar da propalada superioridade, os Atlantes Nórdicos estiveram sob o jugo dos Magos Negros semitas. Foram escravizados em algum momento de sua saga em algum lugar no Hemisfério Norte-ocidental. Isso passou; mas entre os judeus permanece a nostalgia dos dias em que foram senhores da master race e, por isso, desejam sempre, uma vez mais, governar os Nórdicos.
 
Arca da Aliança: Segundo a ficção de Landig, no âmago do conflito entre aryos e semitas, existe, ainda, algo mais que uma rivalidade racial ou religiosa: a disputa pela Arca da Aliança. A referência histórica mais antiga a este objeto está nas Escrituras judaicas [Pentateuco, Antigo Testamento para os Cristãos], no Livro do Êxodo, que relata a saída ou fuga do Egito com os judeus liderados por Moisés.

Esta Arca da Aliança, que teria sido confeccionada sob orientação de Moisés segundo instruções ditadas pelo próprio Deus [Jeová], não era um objeto mero de culto religioso. A Arca era ─ e é ─ um acumulador astral destinado a operações mágicas. Escreve Landig [em sua ficção]: Os magos Hebreus roubaram e esconderam a fonte de energia dos Aryos.
 
Landig desenvolve a complexa trama revelando um embate entre os Magos Brancos de Agartha contra os Magos Negros de Shamballa [no fim das contas, a culpa é o Dalai Lama...]. Os Nazistas, o próprio Hitler, acreditavam estar negociando com os Magos Brancos [Agartha] porém, foram enganados. Como marionetes, vítimas dos estratagemas dos Magos Negros, serviram aos propósitos sinistros de Shamballa, cujo representante no contexto da guerra foi, enfim revelado! Stalin.
 
Assim, Landig justifica/explica a missão suicida de invasão à Rússia no inverno: Hitler descobriu o engodo e, quando todos pensavam que o ditador lançaria suas forças em um ataque definitivo às Ilhas Britânicas, ele voltou-se imediatamente contra a verdadeira fonte do mal; tardiamente! Landig justifica inocenta os alemães e aryanistas em geral por todas as atrocidades cometidas na Segunda Guerra Mundial; tudo um lamentável equívoco, mais uma rede de intrigas judaicas ─ e transforma o Eixo da Mal em Eixo do Bem iludido pelas forças do Mal.