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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Textos Conspiracionais Nazi-Esoterismo: crenças e Magia no Reich de Hitler Vril: O Poder da Raça Futura

Vril: O Poder da Raça Futura

Eu nasci em ***, nos Estados Unidos da América. Meus ancestrais migraram da Inglaterra... Eu era o mais velho de três filhos e, aos 16 anos, fui mandado para a velha pátria,em parte para completar minha educação formal, em parte para começar um treinamento comercial em uma firma mercantil de Liverpool. Meu pai morreu pouco depois de eu ter completado 21 anos. Em 18**, aconteceu de eu estar em *** quando fui convidado por um engenheiro, meu conhecido, para conhecer os da mina ***, na qual ele trabalhava.

Escavando esta nova mina, um dia, fomos dar em um abismo irregular que parecia ter suportado altas temperaturas de fogos vulcânicos em alguma Era distante no tempo. Para descer o abismo, meu amigo testou a viabilidade da atmosfera com uma lâmpada e entrou em uma gaiola de mina, usada para esse fim, descer a grandes profundidades subterrâneas. Ele ficou cerca de uma hora e, quando voltou, suas feições tinham uma expressão estranha, tensa. Explicou, em poucas palavras, que a exploração tinha sido inútil e suspendeu todas as operações na mina.

O resto do dia ficou com aquela cara, preocupado com alguma coisa que absorvia seu pensamento. Estava taciturno, o que não era de seu feitio,  e tinha no olhar um assombro desconcertado, como alguém que tivesse visto um fantasma... À noite eu o interpelei: Diga-me, francamente, o quê você viu no abismo?...E ele disse:

─ Quando a gaiola parou, eu me vi em uma plataforma da pedra; e abaixo de mim, o abismo se inclinava ainda mais profundo até onde minha lâmpada não podia mais alcançar. Mas, apesar disso, para minha infinita surpresa, uma forte luz brilhava na escuridão. Parecia vir subindo. Podia ser um fogo vulcânico e, nesse caso, eu deveria sentir o calor. E não havia dúvida que, para a segurança da escavação, aquilo tinha de ser esclarecido. Examinei os lados da descida... saí da gaiola e avancei, aproximando-se da luz e, então, eu vi com um assombro indizível, no fundo abismo, uma estrada larga, iluminada até tão longe quanto a vista pode alcançar. Pareciam lâmpadas a gás dispostas em intervalos regulares, como na avenida de uma grande cidade e, à distância, pude ouvir um rumor de vozes que pareciam humanas.   As crenças supersticiosas, comuns entre os mineiros, que gnomos e demônios habitavam as entranhas da Terra, começaram a me dominar. Você desceria novamente?

II

Pela manhã... selecionamos seis mineiros veteranos para monitorarem nossa descida. A gaiola somente podia descer um de cada vez. O engenheiro desceu primeiro. Alcançando a plataforma de pedra onde estivera antes, mandou a gaiola de volta. [Minha vez...] Logo, eu estava ao lado dele. Tínhamos levado conosco um rolo de cordas reforçadas.
A luz chegou à minha vista tal como aconteceu com meu amigo na véspera. Da cavidade, a tal luz subia em sentido diagonal. A mim pareceu uma luz atmosférica difusa, não como fogo mas, suave e prateada, como a Estrela do Norte. ...Descemos acompanhando as saliências da rocha sem grande dificuldade até que alcançamos o local preciso onde meu amigo tinha ficado, que era um projeção da pedra com espaço suficiente para ficarmos lado a lado.

Nesse ponto, o abismo se abria como se tivéssemos chegado ao fim de um túnel. Eu vi distintamente o vale, a estrada, as lâmpadas que meu companheiro descrevera. E ele não tinha exagerado nada. E também ouvi os sons, como uma mistura incompreensível de vozes e uma batida monótona, como se fossem passos. Estendo meu olhar mais abaixo, vislumbrei o contorno de uma grande edificação. Aquilo não podia ser rocha natural; era muito simétrico; havia monumentais colunas lembrando a arquitetura dos egípcios e podia-se notar que era iluminado ali dentro.

Eu tinha comigo minha luneta e, assim, pude distinguir, nas proximidades, duas formas que pareciam humanas, embora eu não pudesse ter certeza; mas estavam vivas, porque se moviam e ambas desapareceram entrando no edifício. Queríamos descer e tínhamos material para isso. Fixando ganchos na pedra, prendemos a corda firmemente.

Trabalhávamos em silêncio; era como se tivéssemos medo de falar um com o outro. A corda estendeu-se e chegou ao piso abaixo a uma distância de cerca de 15 metros.
Eu era jovem e mais ativo que meu companheiro e tinha servido à bordo de um navio quando era mais novo... [Desci primeiro]. O engenheiro veio em seguida. Tinha descido somente dez metros quando a amarração, que nos parecera segura, começou a ceder lá em cima... O infeliz precipitou-se no chão, aos meus pés, trazendo consigo fragmentos de rocha um dos quais, felizmente pequeno, me atingiu e perdi os sentidos por alguns momentos. Quando recobrei os sentidos vi meu amigo, uma massa inanimada ao meu lado. Estava morto.

Curvei-me sobre o corpo com tristeza e horror e, então, ouvi, muito perto um estranho e um assobio. Voltei-me instintivamente para a direção de onde vinha o som e enxerguei, emergindo da escuridão, pela fissura da rocha, uma uma enorme e larga cabeça, as mandíbulas abertas; lentamente se mexia medonho, o monstruoso réptil tinha os olhos famintos, lembrando um crocodilo, mas muitíssimo maior, mais largo; uma criatura como eu jamais tinha visto em qualquer de minhas viagens. Disparei vale abaixo o mais rápido quanto possível.

Quando parei, envergonhei-me do meu pânico e retornei ao local onde tinha deixado o corpo do meu amigo. Não estava mais lá. Sem dúvida, o monstro já o levara para seu esconderijo... para devorá-lo. A corda e os ganchos ainda estavam onde tinham caído mas agora não havia como retornar; era impossível escalar a rocha íngreme demais, lisa demais. Eu estava sozinho naquele estranho mundo; o mundo das entranhas da Terra.

III

Sem opção, o desventurado ex--assistente de engenheiro de minas avançou pela estrada iluminada em direção ao grande edifício. Sempre descendo, vislumbrou imenso vale. Uma surpreendente vegetação se apresentava. Proporções gigantescas. Não era verde mas cor de chumbo e vermelho-dourado; fetos, samambaias altas e fortes como palmeiras, cogumelos. Havia lagos, alguns de água límpida, outros, de nafta borbulhante; e regatos; e passagens; lugares obviamente trabalhados de maneira inteligente.

Não havia sol mas havia luz; luz de miríades de lâmpadas, lamparinas, luminárias, candeeiros. Logo começou a divisar o perfil de habitações e de figuras moventes de porte humano. Um objeto alado cruzou o ar e desceu em uma floresta. O céu era um teto cavernoso, pétreo, elevado a perder de vista oculto em véu de neblina.

IV.

O Edifício era escavado parcialmente em um rochedo. ...Eis que saiu uma forma humana... Seria humana? Fitou-me, aproximou-se e sua presença encheu-me de medo. Era alto, tanto quanto o mais alto dos homens que já se viu. Tinha grandes asas dobradas no peito que desciam até os joelhos. Vestia túnica e peneiras. Na cabeça, usava uma tiara e segurava na direita um bastão delgado, metálico, brilhante. O rosto era humano, pele-vermelha, tom suave; rosto de esfinge esculpida... "Caí de joelhos e cobri o rosto com as mãos".

V.

O Desconhecido tocou sua testa com a mão e seu ombro com o bastão. O terror cedeu lugar a um sentimento de satisfação. Falavam línguas diferentes mas seguiram juntos, em silêncio, edifício a dentro. Foi conduzido a uma sala adornada com esplendor oriental. Estava machucado. Sentiu um desfalecimento, dores na cabeça, no pescoço... [Um] garoto tomou-lhe as mãos e soprou em sua fronte. Adormeceu.

VI.

Desacordado... Longo tempo assim permaneceu. Foi instalado em um quarto. Seu anfitrião era era um proeminente cidadão. Quando acordou, como que por mágica, podia entender a língua deles e ser por eles entendido. Estranhas habilidades tinhas aqueles fantásticos seres subterrâneos.

VII.

Vril... Mas, de onde vinha a energia que alimentava tantas lâmpadas capazes de transformar cavernas trevosas em paisagens de luz? Qual era o combustível que movia aquela civilização? Escreveu Michael Faraday [1791-1867, físico e químico britânico, estudou os fenômenos da eletricidade e do magnetismo]:

Há muito que tenho uma opinião...que é quase uma convicção... As várias formas sob as quais as forças da matéria se tornam manifestas têm uma origem comum ou, por outras palavras, se encontram tão diretamente relacionadas e são tão mutuamente dependentes que são convertíveis, por assim dizer, umas nas outras...

Essa energia original que se converte em tantas outras é a energia Vril. Aquele povo dominava a energia Vril e com ela operava prodígios como alterar o clima pelo magnetismo atmosférico, influenciar a mente e os corpos de animais e vegetais convertendo-se em força psíquica, eletricidade orgânica, força ódica [astral]. Vril podia tanto curar quanto matar. Foi usando Vril que puderam, tão rapidamente, ensinar a própria língua e aprender a do estrangeiro.

VIII ─ IX.

les pertenciam a uma raça chamada Ana. Seus ancestrais teriam vivido na superfície em passado tão remoto que tal idéia era, em geral, considerada mito, fantasia. Segundo a lenda, os Ana [que se pronuncia Arna, plural de homens An, que se diz Áan] foram quase extintos durante uma terrível revolução geológica que provocou uma total mudança na face do globo fazendo submergir todo o mundo civilizado.

Boa parte dos sobreviventes refugiou-se em cavernas, nas altas montanhas. Aos poucos foram penetrando as profundezas do terra, em busca de um novo território entre os túneis a cavidades. Descobriram os abismos, os platôs, as ravinas, estabeleceram-se nos vales e com o passar de longas eras perderam completamente o contato e a lembrança de uma vida na superfície.

Embora deserdados de sua realidade, os Ana levavam consigo conhecimento, ciência e tecnologia. As hordas se dividiram e, em muitos grupos, a cultura regrediu, a espécie degenerou: "Durante muitas gerações, esses antepassados primitivos parece terem degradado a sua condição e encurtado sua vida comendo a carne de animais".

Foi uma longa trajetória até que algumas comunidades lograssem alcançar, novamente, um estado de civilização [no padrão hoje vigente entre as nações da superfície]. Neste ponto de avanço o grande fator de conflito e atraso era a política. Tinham experimentado os sistemas mais óbvios de formas de governo, mas nada funcionava contra as guerras entre clãs e dentro dos clãs; contra a desordem e a corrupção.

Tudo piorou com o advento das instituições livres; o poder das assembléias populares aumentou. Era a democracia! Para os Ana evoluídos, como os que hospedavam aquele estrangeiro, a democracia era uma das mais grosseiras e ignorantes experiências da infância da ciência política. Consideravam-na a era da inveja e do ódio, de paixões exacerbadas, de constantes e mais ou menos violentas mudanças sociais, de luta entre classes e de guerra entre Estados. Mas entre as populações mais nobres e intelectuais, aquilo [o sistema democrático] acabou. Acabou quando conseguiram dominar a energia Vril.

X

A Sociedade do Vril

Em termos de estado físico da matéria Vril é fluido e sutil. Elementar primário, impregna todas as coisas, toda a natureza do Universo. O fluido pode ser transformado, disciplinado. O controle e a potencia do Vril  depende do controle que o operador consegue exercer sobre sua própria vontade-pensamento. Vril pode destruir e regenerar. Com o Vril foram moldadas as rochas, a paisagem subterrânea do mundo dos Vril-Ya. Dele extraem luz e paz! Porque seu poder tão terrível tornou impraticáveis todas as guerras, todas as violências pessoais-circunstanciais, todas as formas de superioridade ontológica [de Ser]: O fogo alojado no interior oco de uma vara apontada pela mão de uma criança podia destruir  amais inexpugnável das fortalezas [p 56].

Qualquer embate resultaria em aniquilamento mútuo. Vril era sinônimo de Civilização e Vril-Ya significava As Nações Civilizadas, nações que sabiam empregar o Vril; e nisso se distinguiam dos Ana que ainda viviam em estado barbárie e, neste grupo, incluíam os povos onde o sistema de governo era a Democracia, que chamavam Koom-Posh, entendido como a liderança dos ignorantes.

Os Vril-Ya viviam em uma autocracia benevolente sob a regência de um único magistrado supremo: o Tur, cargo vitalício, em geral aceito por dever e não prazer, totalmente destituído de qualquer privilégio, recompensa ou honraria. O Tur raramente permanecia no cargo e quando chegava a velhice, retirava-se indicando seu sucessor. Se morresse antes da indicação, um Colégio de Sábios encarregava-se da escolha.

As características do cargo não despertavam cobiça mas também não esgotavam demais o magistrado: não havia guerras, nem exércitos para serem mantidos. As ameaças à segurança ou soberania eram eliminadas por equipes de crianças! Porque era fácil. Adultos ocupavam-se de coisas mais complexas ou simplesmente desfrutavam a vida.Da mesma forma, não eram necessárias instituições policiais ou judiciárias. Entre as populações das tribos Vril-Ya, a obediência aos costumes e regulamentos relacionados à ordem civil tinham se tornado um instinto.

Demografia: A grande nação dos Vril-Ya era formada de cerca um milhão e quinhentas mil cidades-estado de diferentes dimensões mas todas planejadas. O controle demográfico era rígido e, todos os anos, excedentes populacionais migravam voluntariamente para formar uma nova comunidade, novo núcleo urbano. Grande parte do contingente de migrantes constituía-se de jovens provenientes de várias tribos. mas todas da Raça Vril-Ya.

Cada comunidade era livre para estabelecer um limite populacional porém, via de regra, as maiores tribos não excediam 30 mil famílias. Um Estado nunca poderia crescer ao ponto de não poder ser governado como "uma simples e organizada família". O objetivo de todas as tribos era diminuir porque quanto menor a comunidade mais perfeita ela seria e mais ricos e felizes seriam seus cidadãos. A tribo considerada modelo que também era a mais poderosa e civilizada era a menor de todas, com quatro mil famílias. [A tribo que abrigava o estrangeiro tinha 12 mil famílias].

Capítulo XI

A Sociedade do Vril

Não existia pobreza, crime ou desigualdade entre os indivíduos que não fosse decorrente da simples inclinação, vocação particular de cada um. Não havia serviçais ou criadagem humana de qualquer espécie. Os trabalhos de manutenção da infra-estrutura da cidade e dentro dos lares eram executados por autômatos [ou seja, os Vril-Ya dominavam a robótica ao nível de uma mecânica cibernética]. Lacto-vegetarianos e detentores da Vril curativa, ali não se viam doenças ou deformidade física de qualquer espécie. A velhice era saudável e sem rugas! A média de vida ultrapassava facilmente os 100 anos e o domínio da energia Vril estendia cada vez mais essa expectativa.

Crianças: O controle e a manutenção das máquinas eram tarefa das crianças bem como a administração das poucas lojas fornecedoras de bens de consumo. Também cabia às crianças destruir eventuais inimigos de qualquer porte, desde um Krek, imenso réptil antropófago, até uma legião de guerreiros de alguma comunidade atrasada e incauta que se aventurasse em postura ameaçadora. Entre os Ana: "Quanto mais nova for uma criança mais implacavelmente destruirá". Ao fim da adolescência, os jovens podiam escolher por alguns tipos de instrução no Colégio dos Sábios ou, preferindo, poderiam viajar, emigrar [em caravanas, para formar novo núcleo tribal] ou se dedicar a empreendimentos comerciais ou rurais.

Mulheres: A palavra para mulher é Gy [pronunciada Gui]; o plural é Gy-ei [dito Jy-ei, mais suave]. Direitos de homens e mulheres são iguais. As Gy-ei são superiores aos Ana tanto em virtudes intelectuais quanto na força física. São bem mais altas que eles ─ chegando a mais de dois metros de altura na idade adulta ─ e possuem grande vigor nos músculos e tendões. Também têm maior domínio sobre a energia do Vril, especialmente em sua forma destrutiva. Porém, as Gy-ei jamais abusam dessa superioridade para submeter seus companheiros. Em geral, são sentimentais, apreciam o casamento, fazem a corte aos seus preferidos, já que os Ana são retraídos e, uma vez apaixonada, uma Gy tudo promete a seu amado e tem prazer em fazer suas vontades.

Religião: Acreditam em um Criador-Sustentador do Universo, o Todo-Bondade, a quem dirigem orações, em público ou em particular. A devoção pública, coletiva, manifestada no templo, é brevíssima e destituída de qualquer pompa cerimonial. Consideram que a devoção pública pode perturbar a mente resultando em fanatismo e hipocrisia. As especulações [discussões] teológicas caíram em desuso por serem inúteis e nocivas à ordem pública.

Além disso, crêem em uma vida futura sem nenhuma preocupação de investigar sua natureza e acham perfeitamente lógico, em termos de justiça, o fenômeno periódico da reencarnação. Não concebem nada como recompensa ou castigo no post-mortem.Contentam-se em estar certos de que a vida depois da falência do corpo físico é mais feliz e plena; e que a vida em um corpo denso é breve o suficiente para não ser desperdiçada com querelas e esforços exaustivos.

XII

Batráquios Ancestrais

No museu público, o estrangeiro [que os Vril-Ya chamavam Tish] com três pinturas da pré-história Vril-Ya: representavam três sábios considerados fundadores da Raça. Sua cor era terrosa, não tinham pescoço, a testa, fugidia, era baixa, os olhos, saltados, as maças do rosto proeminentes e boca muito larga. Os dedos dos pés e das mãos eram muito compridos e espalmados. Aqueles ancestrais tinham a nítida aparência de batráquios, rãs gigantes! Um dos legados à sua majestosa descendência era um ditado que dizia: Humilhai-vos, meus descendentes, pois o pai de vossa raça foi um Twat [girino]. [E aqui, o autor, Bulwer-Lytton, que conhecia a Antropogênese Teosófica, ironiza a teoria darwinista da evolução do Homem a partir de um primata simiesco].

XIII

A Raça Futura

Há nos livros antigos uma antiga lenda segundo a qual os Vril-Ya foram expulsos da superfície da Terra a fim de aperfeiçoarem sua condição e purificarem sua espécie nas dificuldades dos obstáculos que seus antepassados tiveram de enfrentar. Quando a instrução da Raça estiver concluída, eles regressarão ao mundo superior e ali suplantarão todas as raças inferiores que encontrarem.

E então, quando o estrangeiro se sentia seguro e feliz, enquanto se maravilhava com o avanço e o poder dos Vril-Ya, eis que acontece o não podia acontecer. Um Gy [uma fêmea Vril-Ya] apaixona-se por ele gerando uma problema sem tamanho pondo a vida do seu amado Tish em risco de virar um monte de cinzas... Morrerá o Tish para não contaminar a Raça Vril-Ya? Será permitida tal união? Ou a Gy vai fugir de sua tribo em nome do amor?... Ahê, você leitor, corre atrás do livro e descobre porque este editor não vai contar mais nada!

Fonte: BULWER-LYTTON, Sir Edward. Vril: The Power of the Coming Race. Forgotten Books, 1972 ─ In Google Books.

Sir Edward Bulwer-Lytton, 1871 republicado em 2007 por Forgotten Books. Trechos ─ Tradução & Adaptação: Ligia Cabús