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siga a estrada de tijolos amarelos: Sociedades Secretas & Conspirações Textos Conspiracionais Protocolos dos Sábios de Sião

Protocolos dos Sábios de Sião

 

Protocolos dos Sábios de SiãoOs Protocolos dos Sábios de Sião supostamente descreve um projeto de conspiração mundial na qual os judeus dominarão o poder absoluto sobre todas as pessoas da Terra. Trata-se de um dos documentos mais controversos que alguém pode ter nas mãos pois não faltam acadêmicos para provarem que o livro se trata de uma grande falsificação.  Mas como veremos, se de fato é uma  inverdade histórica foi uma das farsas mais fascinantes de que temos notícia.

Aparentemente os protocolos foram criados pela polícia secreta russa em 1897 sob ordens do Czar Nicolau II para incendiar a perseguição contra os judeus no seu país. Segundo essa teoria os protocolos foram copiado de um livro de Maurice Joly, intitulado 'Diálogos no Inferno Entre Maquiavel e Montesquieu' que originalmente sequer citava os judeus e contava a história de um complô infernal para derrubar Napoleão III.

Desde então este polêmico livro rodou de mão em mão alimentando o anti-semitismo. No Mein Kampf Hitler  cita os protocolos dizendo: "O que muitos judeus podem fazer inconscientemente está aqui conscientemente exposto". O mais irônico é que antes da publicação dos Protocolos os judeus simplesmente não tinha qualquer organização descente. Não possuíam qualquer diretriz de ação, planos de sionismo, lobby ou serviço de informação. Quanto a isso o líder nazista Erich von dem Bach-Zelewsky é enfático: “Se tivessem algum tipo de organização, essas pessoas poderiam ter salvo milhões de seres humanos, mas, ao invés disso, foram surpreendidas.”

Bom, não serão mais pegos de surpresa. Desde a segunda guerra mundial existe uma tendência forte de organização e auto-proteção da comunidade judaica. Não é o objetivo do Morte Súbita inc incriminar os judeus em nada. De fato a maioria deles são tão despreparados e inúteis quanto a maioria dos cristãos ou quaquer pessoa que cultive a mentalidade de rebanho. Nosso intento é, ao contrário, despertar a atenção das poucas pessoas capazes de ver a genialidade política contida em um livro como esse.

Uma das pessoas capaz de ver a beleza deste livro foi Anton LaVey, autor da Bíblia Satânica. Na primeira vez que o fundador da Igreja de Satã leu os Protocolos dos Sábios de Sião, conforme consta em seu último livro Satan Speaks! a reação foi instintiva: "Mas o que é que tem de errado? Não é exatamente assim que qualquer plano de dominação deveria ser? As massas merecem isso mesmo. Ou melhor, elas não imploram por tal despotismo? Os Protocolos de Sião serviu para escandalizar um mundo quando os cristãos dominavam a cultura, mas hoje, o que vemos a nossa volta hoje é a formação de um cenário bem parecido. Os satanistas chamam essa transmutação de a Nova Era Satânica e sem sombra de dúvidas é exatamente o que homens como Orwell, Huxley, McLuhan estavam imaginando.

Talvez por isso este livro seja tão lido por satanistas. Eles sabem que toda a religião de massa está baseada na mania de perseguição. Cristãos, muçulmanos e judeus, todos gostam de se fazer de vítima.  Adoram se imaginar numa grande guerra na qual são uma minoria perseguida pelas "forças do mal". Quem conseguir ler os protocolos com os olhos da serpente verá que ele mesmo pode ser a grande exceção.  Pois se tem tanta gente perdendo essa grande guerra invisível então alguém deve estar ganhando.

Por fim, independente de sua origem duvidosa, o fato é que os protocolos existem hoje. Formam um grande grimório de Magia Social que trata com brilhantismo sobre a política, psicologia das massas e sobre como utilizar os interesses mundanos dos homens para chegar ao poder. Apresenta com maestria o maquiavelismo e o  darwinismo social aplicado. Fala com exatidão de uma série de eventos mundiais que já passaram ou estão para acontecer. Descreve o passo a passo para a criação de uma nova era hierarquizada, mundana, secular e materialista. Uma verdadeira plataforma de governo satânico para quem quer que seja o governante ou o governado. Há uma Nova Era Satânica em formação. E o tempo está do nosso lado.

Morbitvs Vividvs

 

Templo de Satã

 

Índice

 

Capítulo I - O Direito Reside na Força

 

 

O direito reside na força. A liberdade é uma idéia.  O despotismo do capital. O inimigo interno. A política e a moral. O direito do mais forte. O fim justifica os meios. A multidão é cega. O alfabeto político. Ao nosso fim é a aristocracia. Liberdade. Igualdade. Fraternidade. O princípio do governo dinástico. A destruição dos privilégios da aristocracia cristã. Cálculo psicológico. Abstração da liberdade.

 

Capítulo II - O êxito das doutinas destruidoras

 

 

As guerras econômicas são à base da supremacia judaica. A administração visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação na política. O papel da imprensa.O preço do ouro e o valor das vítimas judaicas

 

Capítulo III - A serpente simbólica

 

 

Instabilidade do equilíbrio constitucional. O terror nos palácios. O poder e a ambição. As máquinas de falar dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder.A escravidão econômica. "A verdade do povo". Os açambarcadores e a aristocracia. O exército do franco-maçons judeu. A degenerescência dos cristãos. A fome e o direito do capital.A vinda e a coroação do "Senhor Universal". O objeto fundamental do programa das futuras escolas populares do franco-maçons. O segredo da ciência da ordem social. Crise econômica geral. Segurança dos "nossos". O despotismo do franco-maçons é o reinado da razão. Perda dum guia. A franco-maçonaria e a "grande" revolução francesa.O rei déspota é do sangue de Sião. Causas da invulnerabilidade do franco-maçonaria. A Liberdade.

 

Capítulo IV - As diversas fases duma república

 

 

A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé. A concorrência internacional do comércio e da indústria. O papel da especulação. O culto do ouro.

 

Capítulo V - O Governo Supremo

 

 

Criação de forte concentração do governo. Os modos do franco-maçonaria se apoderar do poder. Por quê os Estados não conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus. O ouro é o motor de todos os mecanismos dos Estados. Os monopólios no comércio e na indústria. A importância da crítica. As instituições "como são vistas". Cansaço causado pelos discursos. Como tomar conta da opinião pública? A importância da iniciativa privada.


Capítulo VI - O comércio, a indústria e a especulação

 

 

Os monopólios; as fortunas dos cristãos dependem desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial. O luxo. A alta do salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade. A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda das teorias econômicas.


Capítulo VII - O Papel das guerras e do ódio

 

 

Porque é preciso aumentar os armamentos. Fermentações, discórdias e ódios no mundo inteiro. Coação da oposição dos cristãos pelas guerras e pela guerra geral. O segredo é o penhor do êxito na política. A imprensa e a opinião pública. Os canhões americanos, japoneses e chineses.

 

Capítulo VIII - Uso equívoco do direito teórico

 

Os colaboradores do regime franco-maçon. Escolas particulares e de educação superior inteiramente particular. Economistas e milionários. A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.

 

Capítulo IX - O Terror

 

 

Aplicação dos princípios maçônicos para refazer a educação dos povos. A palavra de ordem franco-maçônica. Importância do antijudaísmo. A ditadura do franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem a franco-maçonaria. A força "inteligente" e a força cega dos reinos cristãos. Comunhão do poder com o povo. A arbitrariedade liberal. Usurpação da instrução e da educação. Interpretação das leis. Os metropolitanos.

 

Capítulo X  - A genialidade da baixeza

 

 

A força das coisas na política. O que promete o golpe de Estado franco-maçônico.O sufrágio universal. A estima de si mesmo.Os chefes do franco-maçons.O guia genial do franco-maçonaria. As instituições e suas funções. O veneno do liberalismo. A constituição é a escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas do franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá". O papel da Câmara dos Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa.A nova constituição republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçônica. Momento da proclamação do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios do franco-maçonaria.

 

CAPÍTULO XI - Cristãos são só carneiros

 

 

O programa da nova constituição. Alguns pormenores sobre o golpe de Estado proposto. Os cristãos são carneiros. A franco-maçonaria secreta e suas lojas de "fachada"


CAPÍTULO XII - O verdadeiro sentido da palavra liberdade

 

 

Interpretação maçônica da palavra "liberdade". Futuro da imprensa no reino do franco-maçons. O controle da imprensa.As agências de correspondentes. Que é o progresso para o franco-maçons?A solidariedade do franco-maçons na imprensa moderna. Excitação das exigências "sociais" provinciais. Infalibilidade do novo regime.


Capítulo XIII - A necessidade do pão cotidiano

 

A necessidade do pão quotidiano. As questões políticas. As questões industriais. As diversões.As casas do povo. A verdade é uma só. Os grandes problemas.


CAPÍTULO XIV - A religião do futuro.

 

 

A religião do futuro. A servidão futura.Impossibilidade de conhecer os mistérios da religião do porvir.A pornografia e o futuro da palavra impressa.

 

Capítulo XVI - Golpe de Estado Mundial

 

 

Golpe de Estado mundial em um dia. As condenações à morte. A futura sorte do franco-maçons cristão. O caráter místico do poder. Multiplicação das lojas maçônicas. A administração central dos Sábios. A questão Azef.A franco-maçonaria é o guia de todas as sociedades secretas. A importância do êxito público.O coletivismo. As vítimas. As condenações à morte de franco-maçons. Queda do prestigio das leis e da autoridade. A pre-eleição. Brevidade e clareza das leis do reino futuro.Obediência à autoridade. Medidas contra o abuso de poder.Crueldade das punições. limite de idade para os juízes. O liberalismo deu juízes e do poder. O dinheiro mundial.O absolutismo do franco-maçonaria.Direito de cassação. O "aspecto" patriarcal do futuro "governo". O direito do mais forte como direito único. O rei de Israel é o patriarca do mundo

 

CAPÍTULO XVI - O ensino pela imagem

 

 

As universidades tornadas inofensivas. O classicismo substituído. A educação e a profissão. Propaganda da autoridade do "Governo" nas escolas.Abolição do ensino livre. As novas teorias. A independência do pensamento.

 

Capítulo XVII - Meios de luta contra a Igreja Cristã

 

 

O foro. A influência dos padres cristãos. A liberdade de consciência. O rei dos judeus, patriarca e papa.Problemas da imprensa contemporânea.Organização da polícia. A polícia voluntária.A espionagem pelo modelo da sociedade judaica.Os abusos do poder

 

Capitulo XVIII - Medidas de Segurança

 

 

Vigilância dos conspiradores. Uma guarda aparente é a ruína do poder. A guarda do rei dos judeus. O prestígio místico do poder. Prisão à primeira suspeita.

 

CAPÍTULO XIX Propaganda dos crimes políticos

 

 

O direito de apresentar súplicas e projetos. As facções. Os crimes políticos julgados nos tribunais.

 

CAPÍTULO XX - O Programa Financeiro

 

 

O imposto progressivo. Percepção progressiva em selos. Caixa de fundos em valores-papel e estagnação do dinheiro. Tribunal de contas. Abolição da representação. Estagnação dos capitais. Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro. O câmbio do custo do trabalho. O orçamento. Os empréstimos do Estado. A série de títulos ao juro de 1%. As ações industriais. Os governantes dos cristãos: os favoritos; os agentes do franco-maçons.


CAPÍTULO XXI  - Os Empréstimos internos

 

 

O passivo e os impostos. As conversões. As caixas econômicas e a renda. Supressão da bolsa de fundos públicos. Taxação dos valores industriais.

 

CAPÍTULO XXII - O Segredo do futuro

 

 

O mal secular base do bem futuro. A auréola do poder e sua adoração mística

 

CAPÍTULO XXIII  - O Eleito de Deus

 

 

Redução da produção dos objetos de luxo. A pequena indústria. O desemprego. Interdição da embriaguez. Condenação à morte da antiga sociedade e sua ressurreição sob uma nova forma.

 

CAPÍTULO XXIV - O rei e seus três iniciadores

 

 

Fortalecimento das bases do rei David. Preparação do rei. Afastamento dos herdeiros diretos.  Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus